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Palestra remontando a trajetória do curso foi apresentada nesta quinta-feira (29.08) dentro da programação da Semana Científica do CCS


Neste mês de agosto, o curso de Fisioterapia da UCP comemora seu Jubileu de Ouro. A data foi celebrada, nesta quinta-feira (29.08), com uma palestra remontando a história do curso de Fisioterapia que foi o primeiro criado fora das grandes capitais. O bate-papo, feito pelas professoras Marília Isabel Winter Hugh Leon e Maria da Graça Tavares Monteiro, aconteceu no Auditório I do Campus Dom Cintra, dentro da programação da Semana Científica CCS 2019.

“O curso teve uma evolução muito grande nesses 50 anos, em todos os sentidos.  A cada ano que passa vemos um crescimento muito grande: com os espaços, como o Centro Poliesportivo e o Cidepe, que ajudam na parte prática do conhecimento; as reformas para melhorias desses espaços; compra de aparelhos mais modernos”, pontua a coordenadora do curso, Profª. Ave Regina de Azevedo Silva, que é formada na Instituição assim com as professoras Marília e Maria da Graça.

Curso de Fisioterapia completa 50 anos

No encontro, as professoras iniciaram a conversa contextualizando o nascimento do curso com os grandes marcos e acontecimentos da história no mundo e no Brasil. Elas recontaram a trajetória do curso desde sua criação, que foi motivada a partir de uma demanda muito específica da cidade, com o grande número de casos de crianças com paralisia infantil.  A proposta foi uma iniciativa do médico Júlio Pinto Duarte, que integrou o corpo docente do curso.

Parte integrante do curso, academicamente e na prestação de serviço em prol da comunidade, a palestra também abordou sobre o Cidepe (Centro Interdisciplinar para o Desenvolvimento da Personalidade), criado para atender ao curso antes mesmo da exigência de se ter uma clínica-escola atrelada à graduação de Fisioterapia. Para a Profª e coordenadora do curso, ele é parte fundamental na formação dos alunos.

“No Cidepe o aluno tem uma experiência diferenciada, pois ele está ali com um profissional formado e experiente durante todo o estágio nas mais diferentes áreas. E lá visamos a qualidade e não quantidade. Então o aluno fica às vezes 50 minutos no atendimento de um paciente, sendo supervisionado, dando a atenção devida. O que muitas vezes num estágio externo ele não terá. O aluno sai do curso com uma bagagem muito grande”, pontua Ave Regina.

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