Busca

                
 
 
  • A Igreja de Santo Antônio de Paquequer, em Teresópolis, foi o palco do concerto com o Coral Laus Deo, do Colégio de Aplicação da Universidade Católica de Petrópolis (UCP), e banda formada por músicos da Escola de Música UCP para marcar o lançamento da unidade no polo de Ensino a Distância (EAD) da Instituição no município vizinho. A apresentação aconteceu neste domingo (16.06) dentro das festividades da Festa do Glorioso Santo Antônio, que contou também com a série de palestras Novas Experiências: Instrumentos, Canto Coral e Regência.

    UCP lança Escola de Música no polo EAD da Universidade em teresópolis

    “Esse é um momento muito especial e importante para nós da UCP, por termos a oportunidade de trazer para uma cidade querida, como Teresópolis, e para o nosso polo EAD mais um pouco da nossa expertise, agora com uma da unidade da Escola de Música. É uma felicidade podermos estreitar essa relação com Teresópolis trazendo cultura e conhecimento que vão contribuir para a formação dos profissionais aqui da cidade, em uma área muito rica como Petrópolis, que é a musical”, observa o vice-reitor da UCP e diretor da Escola de Música, maestro Marcelo Vizani.

    A Escola de Música UCP chega em Teresópolis oferecendo 10 cursos livres: bateria; percussão; violão; guitarra; teclado; piano; regência; teoria musical; harmonia e canto coral. Para marcar o lançamento, professores da unidade dividiram um pouco sua experiência nas palestras realizadas durante a tarde. Depois, eles formaram a banda que se apresentou junto com o Coral Laus Deo, que também fez presença na Santa Missa de encerramento das festividades de Santo Antônio. A programação e chegada da Escola de Música UCP foi aprovada pelo público, que prestigiou o evento.

    “Acho que é sempre válida a chegada de uma escola de música, pois Teresópolis precisa muito desses movimentos, do aperfeiçoamento musical. Precisamos muito disso, pois o nosso ensino ainda deixa muito a desejar e tem sempre a acrescentar uma escola de música superior, que vem com esses cursos”, disse o violinista e professor na rede estadual de ensino, Vinícius Pacheco, que chegou cedo para participar das palestras e conferir o concerto.

    UCP lança Escola de Música no polo EAD em teresópolis

    As atividades da Escola de Música UCP em Teresópolis terão início em agosto, mas os interessados já podem garantir a sua vaga e fazer a inscrição no polo EAD da UCP, que fica na Rua Monsenhor Nivaldo nº 342, no Alto. Mais informações pelo telefone (21) 95903-3732 ou pelo e-mail escolademusica@ucp.br.

  • A música é considerada a linguagem universal, que consegue conectar povos de diferentes idiomas. E é por meio dela, também, que deficientes auditivos conseguem se comunicar usando a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Esse trabalho foi apresentado, nesta quinta-feira (13.06), na Mostra Musical com o Coral de Libras, criado por alunos na UCP. O grupo é resultado da disciplina de Libras, oferecido para todas as graduações da Universidade. A apresentação aconteceu no Auditório do Campus Dom Veloso.

    Realizada pela primeira vez na UCP, a mostra tem a proposta de divulgar a Língua Brasileira de Sinais e sua aplicação nas músicas. De acordo com a Profa. Me. Nathalia Quintella, que leciona a disciplina na UCP, a música foi a ferramenta que trouxe mais facilidade no aprendizado dos alunos.

    UCP fazem Mostra com Coral de Libras

    A disciplina de Libras é obrigatória nos cursos de Licenciatura, e é uma eletiva nas demais graduações. O Coral de Libras que fez a apresentação é formado por alunos das licenciaturas da UCP - Pedagogia, Letras, História, Música e Filosofia - e também por estudantes de Fisioterapia que escolheram a disciplina na sua grade curricular.

    “A ideia do evento foi a divulgação entre os próprios alunos, para que eles possam conhecer um pouco melhor a disciplina, entender como e o que é. E mostrar para o público em geral como funciona, como a Língua de Sinais se manifesta por meio da música”, explicou Nathalia.

  • Alunos do curso de Engenharia Mecânica da UCP receberam nesta quarta-feira (12.06) um certificado pelo curso realizado na MAN Diesel, empresa alemã localizada no bairro Siméria, onde tiveram aulas práticas de uma disciplina da graduação. A entrega aconteceu no auditório I do Campus Dom Cintra.

    O certificado emitido pela empresa faz parte de uma atividade desenvolvida no semestre passado por 15 alunos da disciplina Prática de Máquinas Térmicas que foi realizada na multinacional. Por meio de um convênio com a UCP, ela abriu suas portas para ser o laboratório prático dessa disciplina eletiva do curso de Engenharia Mecânica, com apoio dos monitores da empresa.

    “Vocês tiveram a oportunidade de serem pioneiros nessa atividade. E fiquei muito feliz com o retorno que vocês deram, de ter sido algo muito legal e produtivo. Quando conseguimos organizar algo que favorece a formação dos alunos, entendemos que cumprimos a nossa missão. Ajudamos de alguma maneira a terem esse diferencial. Porque estamos num mundo tão competitivo, que a diferença entre um primeiro e segundo lugares é mínima. Muitas vezes é esse pequeno diferencial que na hora de conseguir uma vaga fará uma grande diferença”, explica o coordenador do curso, Alexandre Sheremetieff.

    Alunos da UCP recebem certificado por disciplina feita na MAN

    Para os alunos, participar desta eletiva dentro de uma multinacional traz grandes vantagens na formação do aluno.

    “Eu fiz uma entrevista lá para estágio e eles nos perguntam sobre nosso currículo. Quando disse que faço o curso na UCP e fiz essa disciplina que é dada na empresa, na hora percebi que eles priorizaram esse diferencial”, comenta Mateus Galvão Prata, que está concluindo o curso de Engenharia Mecânica.

    O diretor do Centro de Engenharia e Computação da UCP, Fábio Licht, pontua a importância do certificado para alunos e também para a própria empresa.

    “A MAN faz questão de emitir esse certificado para vocês, porque é uma instituição que está aqui também para contribuir com a formação dos futuros profissionais. E isso é muito importante”, disse.

  • Um dos casos mais emblemáticos da Justiça Brasileira, o caso do Carandiru ganhou um “novo julgamento” feito por estudantes do curso de Direito da UCP. A turma fez um júri simulado nesta terça-feira (11.06) no Salão Nobre do Campus Dom Veloso. A atividade acadêmica contribui para a assimilação do conteúdo teórico dado em sala de aula com a prática da profissão.

    "A escolha do júri simulado decorreu da riqueza que esse tipo de atividade traz à prática jurídica do estudante do curso de Direito, não só porque demanda do aluno toda uma preparação para o debate e para a discussão que será realizada no plenário do júri. Mas também desenvolve o uso da oratória e da retórica como instrumentos de convencimento dos jurados que realizarão o julgamento. Isso faz com que o aluno tenha que se concentrar naquilo que ele pretende discutir, colocando-o em uma posição em ter de trazer bons argumentos a favor de sua tese, além de saber refutar, no plenário, os argumentos da parte contrária”, explica o coordenador do curso de Direito da UCP, Maurício Pires Guedes.

    “É uma atividade muito rica para a evolução de todas essas competências que o aluno desenvolve ao longo do curso”, destaca o professor.

    UCP faz júri simulado sobre caso carandiru com alunos de Direito

    O caso do Carandiru levanta diversas questões sobre Justiça, Direitos Humanos e tantas outras que marcam a história da Justiça Brasileira, representada por seu sistema prisional. Em 2 de outubro de 1992, uma intervenção da Polícia Militar do Estado de São Paulo, para conter uma rebelião na Casa de Detenção de São Paulo, resultou na morte de 111 detentos. O fato ganhou ainda mais repercussão pela demora no julgamento e reviravoltas que o caso tomou ao longo dos anos.

    “O caso Carandiru é um caso emblemático da história recente do nosso país. Ele foi especialmente escolhido para este júri simulado porque possibilita tanto argumentos relevantes para a acusação, para os membros da promotoria que são aqueles que vão acusar os que determinaram que houvesse a invasão na penitenciária, mas também da defesa, especialmente no que tange à situação de tensão existente no período que antecedeu a invasão”, comenta Maurício.

    UCP faz júri simulado sobre caso carandiru com estudantes de Direito

    O trabalho foi desenvolvido por estudantes do 3º período do curso de Direito, uma iniciativa da disciplina de Antropologia e Sociologia do Direito, ministrada pela Profª. Drª. Denise Salles.

    “Essa atividade é muito importante por dois aspectos. Por um lado, para que os próprios alunos se envolvam em atividades práticas. E um segundo aspecto, que tem relevância para o público externo, é justamente conhecer um caso tão importante no Brasil que levanta muitas questões, como do sistema prisional, do preparo das nossas forças policiais, dos direitos humanos e da dignidade no Brasil ligada ao sistema punitivo. É mostrar que o Direito está fortemente relacionado às questões sociais mais latentes. E nesse sentido é trazer à tona essa discussão, a partir do caso Carandiru, do sistema prisional no Brasil, também da segurança pública e de tantos outros temas”, pontua a professora.

  • Michael Jackson, Lady Gaga e Kate Perry foram alguns dos ídolos pops interpretados no II Dia de Prática promovido pela Escola de Música UCP. O Tributo ao Pop aconteceu neste sábado (08.06) no jardim do Campus Dom Veloso. O objetivo da atividade é oferecer aos alunos um evento musical de aprimoramento através de shows. 

    “O Dia de Prática é uma das diversas atividades desenvolvidas pela EMUCP com o intuito de oferecer ao aluno ferramentas de crescimento musical além da sala de aula. Pois o contato direto com o público aliado ao conhecimento adquirido nas turmas de Prática de Conjunto e com os professores da escola são essenciais para uma melhor formação musical. Com uma apresentação aberta ao público, nossos alunos têm a oportunidade de desenvolver suas habilidades musicais com uma performance ao vivo para todos os presentes”, observa o coordenador pedagógico da EMUCP, Tharcio Becker.

    Esta edição contou com a participação especial do Coral Regina Caeli, formado por crianças do CAUCP, sob a regência da professora Rebeca Kappaun; e de alunos individuais que, sob a orientação de seus professores, formaram outras bandas.

  • A UCP esteve representada no Congresso Internacional da Associação Brasileira de Linguística - ABRALIN50 - Linguística na Contemporaneidade: Desafios, Debates e Propostas, que aconteceu neste mês, em Maceió. O evento foi realizado entre os dias 5 e 9 e contou com a participação da professora do curso de Letras, Deise Ferreira Viana de Castro, e da aluna Maria Clara Castellain Mayworm, ambas apresentando trabalhos.

    Aluna e professora da UCP participam de Congresso Internacional de Linguística

    A docente da UCP, que é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem na PUC-RJ, apresentou a comunicação intitulada A entextualização na co-produção dos discursos legais envolvidos nas histórias de mulheres infratoras que pleiteiam a prisão domiciliar em lugar da prisão coercitiva.

    “A participação em um congresso é sempre importante e agrega conhecimentos, pois assim temos contato com outros pesquisadores e seus trabalhos. Tendo em vista que a Linguística é uma área que abrange diversas linhas de pesquisa, é relevante conhecê-las, bem como as teorias mais recentes. Acredito que, para os alunos, a participação em um congresso ajuda a ampliar os interesses e as perspectivas de pesquisa. Para mim, como professora e pesquisadora, também é necessário divulgar os resultados de minha pesquisa de doutorado que está em andamento”, disse a professora, uma das incentivadoras da aluna Maria Clara.

    Aluna da UCP participa de Congresso Internacional de Linguística

    A graduanda, que concluirá o curso de Letras pela UCP no próximo mês e já está cursando o Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem na UFF, apresentou a comunicação intitulada Políticas linguísticas em contexto de migração e refúgio: o direito fundamental de se expressar.

    “O evento foi muito importante. Primeiro por ter a experiência de ir a congressos e expor trabalhos; e você ver o que está sendo produzido cientificamente no país na área que a gente estuda. Mais importante ainda é poder fazer contato com pessoas de outras universidades. Ver o que está sendo pesquisado em outros lugares e como é interessante isso. E é através da troca que a gente agrega o nosso conhecimento. Acho que quando participamos desses congressos e simpósios isso fica muito claro, como o conhecimento é uma troca”, comenta a aluna, que destacou o incentivo dos professores da UCP com os alunos na área de pesquisa.
  • A mestranda em Direito da UCP, Isabela Nascimento, acaba de lançar seu livro Súmulas dos Tribunais Superiores Organizadas por Disciplina STJ . STF, publicado pela Editora Lumen Juris. A obra, que chega às livrarias neste mês, é indicada a alunos da graduação; advogados; para quem está estudando para concurso público; e também aqueles que estão fazendo pós, lato ou strictu sensu.

    Mestranda em Direito da UCP lança livro

    “Durante a graduação e após a conclusão do curso me dediquei aos estudos almejando aprovação em concurso público. Sobretudo na primeira fase, geralmente é cobrada a “lei seca”, assim como as súmulas, mas eu não estava conseguindo memorizar direito e, consequentemente, sempre me perdia quando precisava encontrá-las rapidamente. Então, resolvi organizá-las separando-as pelas disciplinas, o que me ajudava muito pois otimizava meu tempo”, explica Isabela sobre a escolha do assunto para a publicação.

    “Foi ótimo! Eu conseguia fazer muito mais questões e exercícios porque encontrava muito mais rápido as respostas tanto para ratificar o acerto quando para aprender com o erro. Também acabou sendo muito útil tanto para pesquisa acadêmica, sobretudo diante do meu ingresso no Mestrado da UCP, quanto para minhas atividades práticas, dado o papel da jurisprudência dos Tribunais Superiores no cenário jurídico nacional. Depois de mais de três anos catalogando hoje minha coletânea se tornou nossa obra jurídica”, comenta a jovem ao lançar seu primeiro livro.

    “É muito gratificante quando um projeto se torna realidade, faz todo esforço ter valido a pena. Eu me sinto grata por todo apoio que recebi e continuo recebendo, principalmente do meu pai, Claudio; do Professor Sérgio Salles, meu orientador no Mestrado da UCP; do Professor Marcelo Duque, que foi meu orientador na ESMAFE/RS e gentilmente prefaciou o livro; da Editora Lumen Juris que acreditou na ideia; e de todos que estão incentivando essa conquista, como o Professor Gustavo Martins, a Professora Laura Dutra, a Professora Vera Carmem, o João Ricardo Pimentel, dentre outros amigos muito queridos”, agradece Isabela.

    Mestranda em Direito da UCP lança livro
  • A UCP participou nesta semana do 5th International Scholas Chairs Congress - Building cooperation networks for fraternal humanism (EUS, 24), realizado entre os dias 2 a 4 de junho na Fordham University, em Nova Iorque. A instituição petropolitana esteve representada pelo Reitor da Universidade, o Prof. Me. Padre Pedro Paulo de Carvalho Rosa, e pela Profa. Dra. Cléia Zanatta, do Programa de Mestrado em Psicologia da UCP. No evento, eles participaram de mesas-redondas e, também, tiveram a oportunidade de apresentar um projeto desenvolvido pela UCP em uma escola municipal de São José do Vale do Rio Preto, no interior do Rio de Janeiro.

    No primeiro dia do congresso, no domingo (02.06), a Profa. Dra. Cléia Zanatta participou da mesa-redonda Scholas Chairs grupos de pesquisa e ação, na qual apresentou o projeto de pesquisa e ação desenvolvido sob direção do Prof. Dr. Pedro Rosário, da Universidade do Minho, com o tema Promoção de competências de autorregulação da aprendizagem Primária usando histórias-ferramenta: Projeto arco-íris.

    UCP participa de COngresso Internacional em Nova Iorque

    Já nesta segunda-feira (03.06), o Prof. Me. Pe. Pedro Paulo de Carvalho Rosa presidiu a mesa-redonda Laboratório Laudato Sì - Educação para uma ecologia integral: sustentabilidade ambiental e social. Nesse mesmo dia, o Reitor da UCP e a Profa. Cléia apresentaram na mesa-redonda Laboratório Educar ao Humanismo Solidário: Inovação educativa o projeto intitulado Autorregulação de Valores e Habilidades de Vida: ações psicoeducativas em um colégio do Brasil, que foi desenvolvido pela UCP numa Escola Municipal de São José do Vale do Rio Preto, no ano de 2018.

    O projetou nasceu como resposta da UCP a uma situação preocupante apresentada pelo Diretor do Colégio ao Reitor da UCP, em setembro de 2017, quanto aos alunos de 10 a 16 anos. Na sequência, foi feita uma visita in loco pelas professoras Cléia e Mara Noel com o Reitor da Universidade. O projeto teve seu início em março de 2018 com seus autores: Cleia Zanatta, Mara Noel, Rosilene Ribeiro, Padre Pedro Paulo de Carvalho Rosa e Pedro Rosário (fundamentação teórica), e coautores Glaucia B. S. Gomes, Luis Felipe S. Rodrigues, Catarina C. Amaral, Thalita L. da Silva, José Felipe Vitor Machado, Ludmilla S. Reis, Gabriel Macedo, Matheus M. Matoso e Mirelli Zimbrão.

    Sobre o projeto

    O desenvolvimento do projeto de pesquisa e extensão da UCP foi feito em seções quinzenais com intervenções junto ao alunos, seus pais e professores objetivando desenvolver ações psicoeducativas de autorregulação de valores e habilidades de vida para estimular a formação humana e sua orientação para o sentido da vida.

    O projeto se inspira no Documento da Congregação para a Educação Católica Educar ao Humanismo Solidário, que dialoga estreitamente com a missão institucional, visão e valores da UCP, comprometida com a formação integral da pessoa humana e o bem da sociedade, tendo, também, como base teórica as contribuições da Logoterapia. Ele seguiu também as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), que “propõe programas de ensino de habilidades de vida em colégios com o fim de desenvolver comportamentos adaptativos e socialmente adequados em crianças e jovens, com o fim de capacitá-los para lidar eficazmente com as questões e desafios em sua vida diária”.  

    “Os resultados foram surpreendentes entre todos os participantes do projeto no que diz respeito às habilidade de vida; como auto-conhecimento; empatia; comunicação eficaz; tomada de decisões; lidar com o estresse; pensamento crítico; resolução de problemas; pensamento criativo; lidar com as emoções e os sentimentos; e relacionamentos interpessoais. Essa cooperação da UCP com o colégio da rede pública tornou possível o o fortalecimento das habilidades de vida e verdadeiro encontro de sentido para viver”, destaca o Reitor da UCP, Pe. Pedro Paulo de Carvalho Rosa.

  • A aluna do curso de Relações Internacionais da UCP, Lara Delgado, participou na semana passada do I Congresso Internacional 2019 - Humanismo, Direitos Humanos e Cidadania Global realizado na Universidade Lusófona em Lisboa, Portugal, país onde a estudante está fazendo intercâmbio pela Universidade. A participação da jovem foi em parceria com o grupo de pesquisa da UCP, Lei, Justiça e Direitos Humanos, liderado pelo Prof. Dr. Daniel Machado Gomes. O evento aconteceu nos dias 30 e 31 de maio e 1º de junho.

    “O evento na Universidade Lusófona em Lisboa foi muito proveitoso. Muitas das palestras englobaram problemas e desafios atuais na democracia, segurança e direitos humanos. O Brasil e sua situação atual foi muito citado como exemplo. As comunicações também foram bem interessantes, com pesquisas de diversas áreas que também contaram com a participação de outros brasileiros”, contou a estudante, que é intercambista do programa NIICC da UCP no ISCAC do Instituto Politécnico de Coimbra/Portugal.

    Os temas das comunicações orais apresentadas pela aluna foram Segurança Nacional, Fechamento de Fronteiras e Direitos Humanos; e Diversidade Religiosa em Face do Ensino Público Confessional. Além de ter representado o grupo, ela representou também o curso de Relações Internacionais da UCP.

    As comunicações orais são referentes a artigos científicos desenvolvidos em coautoria com o professor Daniel Machado Gomes, o aluno de Direito Tiago da Silva Cicilio e o advogado Robson César Durão. Os textos foram escritos a partir de estudos realizados no Núcleo de Direitos Humanos da UCP, no âmbito do grupo de pesquisa Lei, Justiça e Direitos Humanos, no qual Lara atua como pesquisadora voluntária de Iniciação Científica.

    “É muito importante para o Núcleo de Direitos Humanos da UCP que duas comunicações nossas tenham sido aceitas neste Congresso. Além de gerar visibilidade ao trabalho que desenvolvemos em nossa Universidade, é uma oportunidade de trocar informações com a comunidade acadêmica internacional, correspondendo ao que a CAPES espera dos Programas de Pós-Graduação no atual quadriênio. Estamos também muito contentes de participar do livro que será publicado pela Universidade Lusófona com os artigos completos das comunicações apresentadas no Congresso, obra que contará com a contribuição de pesquisadores de vários países”, pontua Daniel Machado.

  • Encerrando o Tempo Litúrgico da Páscoa, a UCP promoveu, neste domingo (26.05), o seu XVI Concerto de Páscoa que aconteceu na Capela Nossa Senhora de Sion, no Campus Dom Veloso. A apresentação reuniu os grupos artísticos universitários - com o Conjunto Anima e Cuore e o Coral e a Orquestra da UCP – que abordaram mais uma vez obras que refletem artisticamente sobre o milagre da morte e ressurreição de Cristo para a salvação da humanidade.

    “A primeira parte do concerto, que foi apresentada pelo Conjunto Anima e Cuore e pelo Coro de Câmara da UCP, foi a cantata de Páscoa BWV 4, Christ lag in Todesbanden, com a qual eu possuo uma ligação emocional muito forte. Além de ser uma obra belíssima, foi também a primeira que eu conheci, entre as quase 200 cantatas de igreja compostas por Bach, e também a primeira que tive a oportunidade de reger”, comenta o maestro Antônio Gastão, regente dos grupos.

    XVI Concerto de Páscoa da UCP

    Na segunda parte do concerto foram apresentadas quatro composições de Gastão, todas ligadas ao período da Páscoa, escritas especialmente para os grupos da UCP.

    “Três dessas peças, o Haec Dies, o Terra Tremuit e o Pascha Nostrum são cantos para o Domingo de Páscoa, enquanto o Stabat Mater narra o sofrimento de Maria ao assistir à crucificação de seu filho Jesus. São peças que marcaram muitos dos componentes do coral e que eles sempre querem reapresentar”, explica o maestro que comemora neste ano o 30º aniversário como regente do Coral da UCP.

  • Palestra, workshops, apresentação de comunicações orais e uma mesa-redonda marcaram a II Jornada de Estudos sobre Relações Étnicos-raciais e outros marcadores sociais da diferença: diálogos interdisciplinares, realizada pela UCP. O evento aconteceu nesta quarta-feira (29.05), com programação durante todo o dia no Campus Dom Veloso.

    O objetivo do evento é fomentar a parceria entre grupos de pesquisa de diferentes Programas de Pós-Graduação da UCP, promovendo a inserção social dos mesmos, e incentivar a pesquisa acadêmica entre docentes e discentes, visando o aumento da produção científica e a integração dos alunos da graduação e pós-graduação.

    “É um esforço interdisciplinar e trabalha com um tema transversal, que é a existência de marcadores sociais e diferenças. São circunstâncias, por motivo de religião, de raça, de etnia, enfim, e que causam uma discriminação da pessoa no ambiente social. Esse evento é um convite para que pessoas de qualquer área possam trazer discussões pertinentes a isso, nesse espaço universitário e acadêmico. A importância é essa, abrir o espaço de discussão elevada sobre essas discussões”, explica o Prof. Klever Leal Filpo, um dos organizadores da Jornada.

    O evento é realizado pela UCP, por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Interculturalidade (NUPEI); pelo Grupo de Pesquisa Processos Psicossociais & Cognição Social (PPCS) do Programa de Pós-Graduação em Psicologia; Grupo de Estudos em Educação, Cultura e Contemporaneidade (GRECCA) do Programa de Pós-Graduação em Educação; e Grupo Interdisciplinar de Pesquisa Empírica sobre Administração de Conflitos (GIPAC) do Programa de Pós-Graduação em Direito da UCP; além da editora Appris, que vai publicar um livro sobre a primeira edição do evento, realizada no ano passado; e apoio da Fundação Dom Cintra e Faperj.


  • A ex-aluna do curso de Arquitetura e Urbanismo da UCP, Maria Cristina Melo teve seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) aceito em dois eventos internacionais. O primeiro foi no Fórum Internacional do Patrimônio Arquitetônico, em Portugal, realizado no mês passado. O segundo acontece em outubro, nos dias 30 de outubro a 1º de novembro, no 15º Congresso Internacional de Patología y Recuperción de Estructuras, em Salta, na Argentina.

    Defendido no segundo semestre de 2018, o trabalho Proposta de Intervenção Paisagística - Complexo do Museu Imperial, Jardim Histórico e Entorno Imediato ganhou com nota 9,7. No trabalho, a aluna fez o Inventário Florístico dos 41 canteiros do projeto do paisagista Jean Baptiste Binot, a área mais preservada deste projeto. O último inventário publicado foi em 1940, à época da implantação do Museu.

    “Vejo esta notícia como muito propícia, que valoriza nossa ex-aluna e também a graduação em Arquitetura e Urbanismo da UCP, principalmente porque o tema do TCC dela é um dos assuntos do tripé do perfil do curso”, observa a coordenadora do curso e vice-diretora do Centro de Engenharia e Computação, Erika Machado.

    Egressa de Arquitetura tem TCC apresentado em eventos internacionais

    No Fórum de Portugal, o pôster do trabalho foi apresentado e o artigo publicado nos anais. Já no evento que será em outubro, na Argentina, a egressa estará presente apresentando pessoalmente o trabalho.

    “Foi com imensa satisfação e alegria que recebi a confirmação da seleção do trabalho. A elaboração, desenvolvimento e apresentação deste trabalho foi muito importante para mim por diversos motivos, como trazer à reflexão da comunidade petropolitana questões relacionadas à preservação e valorização do nosso patrimônio cultural”, comenta a ex-aluna, que tratou de um tema bastante pessoal para a cidade de Petrópolis.

    “Ressaltar o valor do jardim histórico em detrimento à percepção de valoração do bem tombado edificado; resgatar a história através da proposta de reintegração de áreas do entorno imediato do Museu Imperial; oferecer ao cidadão a possibilidade de se apropriar, caminhar e usufruir da história e paisagem urbana do Centro Histórico”, completa a arquiteta, que destacou a contribuição da Instituição em todo o trabalho.

    “Sou grata às minhas orientadoras, professoras Daniele Inocêncio e Érika Machado, por todo apoio, conhecimento transmitido e incentivo para este trabalho ultrapassar as paredes da UCP. Sou grata a todos os professores do curso de Arquitetura e Urbanismo, incluindo os professores da Engenharia, uma turma com garra e ideias inovadoras. Sou grata à UCP pela oportunidade de realizar um sonho de mais de 40 anos: me tornar uma arquiteta urbanista. De estudar, de conhecer, de compartilhar conhecimento e colocá-lo em prática”, disse a ex-aluna.
  • Filosofia Medieval foi o mote do I Colóquio Fluminense sobre o tema, realizado nesta quarta-feira (29.05) pela UCP, por meio do Centro de Teologia e Humanidades da Universidade. O evento, que pretende ser uma atividade do calendário acadêmico, aconteceu durante todo o dia no Salão Nobre do Campus Dom Veloso.

    O Colóquio tem como objetivo promover o diálogo e a parceria entre docentes, alunos, instituições e centros de pesquisa de excelência na Região Fluminense do Rio de Janeiro e apresentar os estudos, discussões e resultados de trabalhos de pesquisas sobre a Filosofia Medieval e suas repercussões em problemas filosóficos de períodos posteriores.

    “Nossa esperança é que se torne um evento regular com a presença de pesquisadores dedicados à filosofia medieval. Os filósofos medievais são uma fonte cultural importantíssima. Dentre os pontos, destacaria um que hoje se faz cada vez mais necessário: seus principais expoentes foram leitores e intérpretes dos filósofos gregos e helênicos num contexto de intenso diálogo entre judeus, muçulmanos e cristãos, nos quais as semelhanças e diferenças coexistem na busca de soluções filosóficas ricas e originais para a época”, comenta o Prof. Dr. Sergio Salles que organizou o evento em parceria com o Prof. Me. Jeferson Valadares, da UFRJ.


  • A UCP recebeu na última sexta-feira (24.05) o ex-aluno e hoje Me. em Arquitetura pela Universidade do Porto, em Portugal, Alexandre Landeiro de Loureiro para a palestra A rua com lugar na cidade. O encontro lotou o Auditório I do Campus Dom Cintra de estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo e profissionais da área que ouviram atentos à aula do docente.

    O objetivo do encontro foi apresentar aos participantes teorias que direcionam o pensamento na criação de lugares urbanos, que despertem afetividade e sensações nos usuários, como também práticas, em forma de estudos de casos, em que o espaço urbano é usado de uma maneira mais humana e onde as diversas sensações são percebidas.

    Ex-aluno da UCP e hoje professor da Universidade do Porto ministra palestra

    “Tratei de um tema que é a mobilidade urbana e o ambiente construído. E quis trazer para nós, como arquitetos e urbanistas, o como podemos influenciar nesse ambiente construído. Mesmo na pequena escala, mesmo num edifício só e também na escala da cidade. Aí tentei trazer um pouco da ideia de que como a partir de uma arquitetura voltada para a cidade a gente pode incentivar novas conexões sociais, maior senso de pertencimento da população e trazer mais bem-estar e segurança para os grupos mais vulneráveis, principalmente, como crianças e idosos. Como a percepção do espaço influencia na forma como a gente escolhe se deslocar”, explica Alexandre.

    O docente retorna à Instituição, onde passou um longo período, agora a frente da sala de aula para trocar suas experiências com os estudantes.   

    “Sempre fui muito bem recebido aqui. Fiz quase o curso de Engenharia Civil inteiro e mudei para Arquitetura quando abriu o curso. Tive no início do Diretório Acadêmico de Arquitetura e sempre tive muito gosto de trazer conhecimento e participação. Acho que este tema que eu trago é muito isso. Acho que estamos de igual para igual em muitas coisas, alguns pontos mais fracos aqui e outros mais fortes lá, mas o inverso também é verdade. Um completa o outro e isso foi muito importante para a minha formação”, ponta Alexandre.

  • A figura do gênio, exemplificado por grandes nomes da música, foi o tema central do encontro promovido na última sexta-feira (17.05) na Escola de Música UCP. A palestra O conflito do gênio: Liszt, Chopin e a afirmação do piano como instrumento solo no romantismo francês, ministrada pelo Prof. Leandro Ricon, atraiu estudantes dos cursos de Música, História, Letras e também público de fora interessado no tema.

    “A importância central nesse encontro de hoje reside em analisar como surge a figura do intelectual como um gênio, como um virtuoso. A figura do virtuoso não existia no século XVIII. No século XIX ela começa a existir. O que é esse virtuoso? É um indivíduo com uma exímia interpretação, uma técnica praticamente perfeita. Isso é a marca da genialidade. Assim começa o conceito de fama”, explica Ricon.

    A ideia da palestra era inserir os alunos nas discussões acerca da individualização do pianista romântico e discutir, também, os caminhos da música romântica durante o século XIX bem como suas apropriações posteriores.

    “Estamos falando de pessoas. Esse tema, em última instância, é voltado para qualquer pessoa que se interesse pela humanidade. Esse tema tem uma coisa que é interessante que é a gente começar a entender como as pessoas pensam. Para os alunos de música, e interessados em música, o mais interessante deste tema é entender como a técnica, o estudo exaustivo de determinado instrumento gera especificamente uma interpretação perfeita. Aquilo que gera uma possibilidade do indivíduo ser reconhecido como gênio. O artista surge assim”, observa.

  • Estima-se que no Brasil 23 milhões de pessoas apresentem algum transtorno mental, sendo que pelo menos 5 milhões dessas pessoas sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. Os números refletem um desafio na saúde mental do país, que ganhou um aliado com a implantação dos Centros de Atenção Psicossocial. O assunto foi tema da palestra A proposta dos CAPS: uma grande virada na reforma psiquiátrica, que aconteceu na última sexta-feira (17.05), no Salão Nobre do Campus Dom veloso da UCP. O evento faz parte da I Semana da Luta Antimanicomial da UCP.

    “A palestra apresenta os CAPS como políticas públicas voltadas ao atendimento da população como alternativa aos manicômios. Abrimos espaço para o debate a respeito da importância e os desafios dos CAPS nesse processo de socialização dos doentes mentais graves”, comenta a coordenadora do curso de Psicologia da UCP, Rosilene Ribeiro.

    CAPS é tema de palestra na UCP

    O encontro desta sexta encerrou uma série de atividades promovida internamente para os alunos do curso de Psicologia da Universidade durante toda a semana. O evento foi organizado pelo Dia Nacional da Luta Antimanicomial, comemorado no dia 18 de maio.

    “A data marca a luta por uma sociedade sem manicômios, na busca por um atendimento humanizado que se preocupe com o bem-estar e a reinserção de pessoas com transtornos mentais. Assim nasceram os CAPS, dispositivos antimanicomiais que se transformaram em referência na saúde mental. Os espaços contam com equipes multidisciplinares compostas por médicos, assistentes sociais, psicólogos, psiquiatras, entre outros especialistas. O tratamento pode ser feito de forma individualizada ou coletiva, através de oficinas e grupos terapêuticos”, explica a professora do curso de Psicologia e uma das organizadoras do evento, Joseane Garcia.

    A palestra foi ministrada pela psicóloga e psicanalista, Ana Cristina Figueiredo, que é Doutora em Saúde Coletiva e coordenadora do Programa de Mestrado Profissional em Atenção Psicossocial do IPUB/UFRJ. Ela abordará a história dos CAPS e sua importância diante das mudanças na política de saúde mental do atual governo.

    “A história da Reforma Psiquiátrica Brasileira, movimento que congrega trabalhadores, gestores e usuários dos serviços de saúde mental no Brasil, tem como finalidade superar a ideia de que a internação fechada é a forma principal de tratamento”, resume Joseane.

  • Mesas-redondas, diversas oficinas e apresentação de trabalhos debateram, nesta quarta-feira (15.05), as políticas públicas e seu papel na sociedade em diversas áreas durante a II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação, realizada pela UCP. O evento aconteceu durante todo o dia no Campus Dom Veloso com a ideia de propor uma flexão sobre a temática da Campanha da Fraternidade - Políticas Públicas - numa perspectiva multidisciplinar.

    UCP realizada II Jornada da Fraternidade

    “Esse ano unimos a campanha da fraternidade com o documento da Congregação para Educação Católica, intitulado Educar ao Humanismo Solidário, que a igreja apresenta ali exatamente um conceito de educação católica para os nossos dias. Por isso, o tema de hoje, como um programa institucional que passa a ser anual, é juntando a fraternidade e redes de cooperação”, comentou o reitor da Universidade, padre Pedro Paulo de Carvalho Rosa durante a abertura e o encerramento do evento, que aconteceram no Salão Nobre.

    Na parte da manhã, o público participou da mesa-redonda sobre Políticas Públicas na Saúde e Identidade Racial; o tema da noite abordou as Políticas Públicas no âmbito penal, sobre drogas e educação. Durante a parte da tarde foram promovidas oficinas sobre as políticas públicas voltadas para o idoso; para as mulheres; inclusão; saúde da família e leitura.

    “Todos os anos a campanha da fraternidade trabalha um determinado problema social na busca de apresentar possíveis soluções. Em um primeiro momento através daquele método que a própria CNBB usa há décadas que é: ver, julgar e agir. E nós nos inspiramos nesse tema sugerido pela campanha, trabalhando, por meio dos nossos programas de pós-graduação mais ligados ao tema, para organizar esse evento de hoje, refletir e debater como podemos contribuir”, disse o reitor.

    Assista à abertura da II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação: Políticas Públicas

    Confira o encerramento da II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação: Políticas Públicas

  • O debate foi o mote da XII Semana Acadêmica do CCSA, que terminou na sexta-feira (10.05), promovendo mais de 20 atividades entre palestras, mesa-redonda, oficinas, encontro acadêmico, simulado, seminários e cine-debates com diversos convidados externos e internos. A programação aberta ao público teve início na segunda-feira (06.05) com a palestra de Fábio Giambiagi sobre a Reforma da Previdência e encerrou na sexta com Ana Clara Gonçalves Bittencourt falando sobre Felicidade na Contemporaneidade.

    “Foi um sucesso! Uma semana de eventos preparados com muita dedicação para os nossos alunos e a comunidade em geral. Organizamos a palestra de abertura com um dos mais importantes economistas em Finanças Públicas do Brasil que lotou o Salão Nobre. Em sequência trouxemos o Dr. Carlos Guanziroli, que é um dos economistas mais notáveis na área de Desenvolvimento Econômico e Agrário do país e consultor da FAO (ONU). Ambas palestras abordaram temas atuais, e, cativaram nossos alunos para o debate saudável e fundamental para o desenvolvimento socioeconômico da nação”, comenta a diretora do CCSA e coordenadora do curso de Ciências Econômicas, Vanessa Santos.

    Na programação teve oficina sobre roteiro, foto e animação; mesa-redonda sobre casos de gestão baseado na série da Netflix, Mary Portas; palestra Publicitário Raiz: Fatos e Fakes de uma carreira real; a segunda edição da Simulação das Nações Unidas promovida pelo curso de Relações Internacionais; entre outras atividades que foram aprovadas pelos alunos.

    “Eu me diverti muito. Eu não tinha me inscrito para a oficina de Stop Motion, mas acabou que cheguei na UCP e fui ver o que tinha de legal e fui para o Estúdio de Fotografia torcendo para ter vaga. Foi muito divertido, desde a parte da criação de roteiro até às ideias mais bobas que conseguiram ficar legais no vídeo final. A montagem como a gente queria o cenário, e todo o momento de ter que mover os bonecos e saber exatamente qual foi a última posição que ele parou para que ficasse tudo certinho. Com certeza nas próximas Semanas Acadêmicas se tiver essa oficina irei indicar para as pessoas fazerem”, disse a estudante Giovanna Ramos.

    Sobre a Semana do CCSA, Vanessa destaca a programação que promoveu a interdisciplinaridade do centro, o que possibilitou o intercâmbio de alunos e professores entre as atividades.

    “Para encerrar a Semana Acadêmica tivemos a palestra motivacional que lotou o nosso auditório, trazendo para a reflexão do público um tema importante para o desenvolvimento das potencialidades humanas. A semana foi muito profícua para todos e, pretendemos cada vez mais, favorecer a propagação do conhecimento e o espaço para o debate”, frisa Vanessa.

    Reforma da Previdência é tema da abertura da XII Semana Acadêmica do CCSA

  • Os alunos e voluntários que atuam no Núcleo de Atendimento ao Idoso da UCP participaram, nesta sexta-feira (26.04), da oficina Habilidades Sociais nas Relações Interpessoais no Atendimento Ao Idoso. O encontro foi ministrado pela Profª Draª Diana Ramos de Oliveira, do mestrado em Psicologia da UCP.

    A proposta do encontro teve o intuito de mostrar aos alunos e voluntários algumas habilidades sociais importantes que possam auxiliar nas relações com o público idoso, como por exemplo, as habilidades de Direitos e Cidadania, Habilidades Empáticas e de Comunicação.

  • Um dos assuntos mais em pauta nos últimos meses, que afeta todo cidadão brasileiro, a Reforma da Previdência abriu os debates da XII Semana Acadêmica do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da UCP, nesta segunda-feira (06.05). A palestra com um dos maiores especialistas brasileiros nas áreas de finanças públicas e previdência social, Fábio Giambiagi, lotou o Salão Nobre do Campus Dom Veloso. No evento, ele falou sobre a importância das mudanças nas regras previdenciárias para a economia do Brasil.

    “É importante o debate, pois o que a gente tem visto no país é a presença de opiniões polarizadas em que a partir de opiniões pré-concebidas há pouco espaço para o consenso. O importante nesses espaços mais acadêmicos, onde o saber e o diálogo precisam ser cultuados, é justamente a possibilidade de ser feita uma interpretação. Ouvir opiniões diferentes, perguntas diferenciadas de tal forma que depois o público possa de posse dessas diversas opiniões chegar a sua própria opinião”, comenta Fábio, que ao final da palestra respondeu a diversas perguntas e dúvidas do público.

    Uma programação repleta de atividades gratuitas e abertas ao público será oferecida até sexta-feira (10.05) durante a XII Semana Acadêmica do CCSA. São palestras, oficinas, mesas-redondas e seminário, abordando diversas temáticas em diferentes áreas. Na sexta, a palestra Felicidade na Contemporaneidade, marcada para 19h no auditório, encerra a programação. 

Rua Benjamin Constant, 213 
Centro - Petrópolis/RJ
24 2244-4000