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  • A UCP recebeu na última sexta-feira (24.05) o ex-aluno e hoje Me. em Arquitetura pela Universidade do Porto, em Portugal, Alexandre Landeiro de Loureiro para a palestra A rua com lugar na cidade. O encontro lotou o Auditório I do Campus Dom Cintra de estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo e profissionais da área que ouviram atentos à aula do docente.

    O objetivo do encontro foi apresentar aos participantes teorias que direcionam o pensamento na criação de lugares urbanos, que despertem afetividade e sensações nos usuários, como também práticas, em forma de estudos de casos, em que o espaço urbano é usado de uma maneira mais humana e onde as diversas sensações são percebidas.

    Ex-aluno da UCP e hoje professor da Universidade do Porto ministra palestra

    “Tratei de um tema que é a mobilidade urbana e o ambiente construído. E quis trazer para nós, como arquitetos e urbanistas, o como podemos influenciar nesse ambiente construído. Mesmo na pequena escala, mesmo num edifício só e também na escala da cidade. Aí tentei trazer um pouco da ideia de que como a partir de uma arquitetura voltada para a cidade a gente pode incentivar novas conexões sociais, maior senso de pertencimento da população e trazer mais bem-estar e segurança para os grupos mais vulneráveis, principalmente, como crianças e idosos. Como a percepção do espaço influencia na forma como a gente escolhe se deslocar”, explica Alexandre.

    O docente retorna à Instituição, onde passou um longo período, agora a frente da sala de aula para trocar suas experiências com os estudantes.   

    “Sempre fui muito bem recebido aqui. Fiz quase o curso de Engenharia Civil inteiro e mudei para Arquitetura quando abriu o curso. Tive no início do Diretório Acadêmico de Arquitetura e sempre tive muito gosto de trazer conhecimento e participação. Acho que este tema que eu trago é muito isso. Acho que estamos de igual para igual em muitas coisas, alguns pontos mais fracos aqui e outros mais fortes lá, mas o inverso também é verdade. Um completa o outro e isso foi muito importante para a minha formação”, ponta Alexandre.

  • A figura do gênio, exemplificado por grandes nomes da música, foi o tema central do encontro promovido na última sexta-feira (17.05) na Escola de Música UCP. A palestra O conflito do gênio: Liszt, Chopin e a afirmação do piano como instrumento solo no romantismo francês, ministrada pelo Prof. Leandro Ricon, atraiu estudantes dos cursos de Música, História, Letras e também público de fora interessado no tema.

    “A importância central nesse encontro de hoje reside em analisar como surge a figura do intelectual como um gênio, como um virtuoso. A figura do virtuoso não existia no século XVIII. No século XIX ela começa a existir. O que é esse virtuoso? É um indivíduo com uma exímia interpretação, uma técnica praticamente perfeita. Isso é a marca da genialidade. Assim começa o conceito de fama”, explica Ricon.

    A ideia da palestra era inserir os alunos nas discussões acerca da individualização do pianista romântico e discutir, também, os caminhos da música romântica durante o século XIX bem como suas apropriações posteriores.

    “Estamos falando de pessoas. Esse tema, em última instância, é voltado para qualquer pessoa que se interesse pela humanidade. Esse tema tem uma coisa que é interessante que é a gente começar a entender como as pessoas pensam. Para os alunos de música, e interessados em música, o mais interessante deste tema é entender como a técnica, o estudo exaustivo de determinado instrumento gera especificamente uma interpretação perfeita. Aquilo que gera uma possibilidade do indivíduo ser reconhecido como gênio. O artista surge assim”, observa.

  • Estima-se que no Brasil 23 milhões de pessoas apresentem algum transtorno mental, sendo que pelo menos 5 milhões dessas pessoas sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. Os números refletem um desafio na saúde mental do país, que ganhou um aliado com a implantação dos Centros de Atenção Psicossocial. O assunto foi tema da palestra A proposta dos CAPS: uma grande virada na reforma psiquiátrica, que aconteceu na última sexta-feira (17.05), no Salão Nobre do Campus Dom veloso da UCP. O evento faz parte da I Semana da Luta Antimanicomial da UCP.

    “A palestra apresenta os CAPS como políticas públicas voltadas ao atendimento da população como alternativa aos manicômios. Abrimos espaço para o debate a respeito da importância e os desafios dos CAPS nesse processo de socialização dos doentes mentais graves”, comenta a coordenadora do curso de Psicologia da UCP, Rosilene Ribeiro.

    CAPS é tema de palestra na UCP

    O encontro desta sexta encerrou uma série de atividades promovida internamente para os alunos do curso de Psicologia da Universidade durante toda a semana. O evento foi organizado pelo Dia Nacional da Luta Antimanicomial, comemorado no dia 18 de maio.

    “A data marca a luta por uma sociedade sem manicômios, na busca por um atendimento humanizado que se preocupe com o bem-estar e a reinserção de pessoas com transtornos mentais. Assim nasceram os CAPS, dispositivos antimanicomiais que se transformaram em referência na saúde mental. Os espaços contam com equipes multidisciplinares compostas por médicos, assistentes sociais, psicólogos, psiquiatras, entre outros especialistas. O tratamento pode ser feito de forma individualizada ou coletiva, através de oficinas e grupos terapêuticos”, explica a professora do curso de Psicologia e uma das organizadoras do evento, Joseane Garcia.

    A palestra foi ministrada pela psicóloga e psicanalista, Ana Cristina Figueiredo, que é Doutora em Saúde Coletiva e coordenadora do Programa de Mestrado Profissional em Atenção Psicossocial do IPUB/UFRJ. Ela abordará a história dos CAPS e sua importância diante das mudanças na política de saúde mental do atual governo.

    “A história da Reforma Psiquiátrica Brasileira, movimento que congrega trabalhadores, gestores e usuários dos serviços de saúde mental no Brasil, tem como finalidade superar a ideia de que a internação fechada é a forma principal de tratamento”, resume Joseane.

  • Mesas-redondas, diversas oficinas e apresentação de trabalhos debateram, nesta quarta-feira (15.05), as políticas públicas e seu papel na sociedade em diversas áreas durante a II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação, realizada pela UCP. O evento aconteceu durante todo o dia no Campus Dom Veloso com a ideia de propor uma flexão sobre a temática da Campanha da Fraternidade - Políticas Públicas - numa perspectiva multidisciplinar.

    UCP realizada II Jornada da Fraternidade

    “Esse ano unimos a campanha da fraternidade com o documento da Congregação para Educação Católica, intitulado Educar ao Humanismo Solidário, que a igreja apresenta ali exatamente um conceito de educação católica para os nossos dias. Por isso, o tema de hoje, como um programa institucional que passa a ser anual, é juntando a fraternidade e redes de cooperação”, comentou o reitor da Universidade, padre Pedro Paulo de Carvalho Rosa durante a abertura e o encerramento do evento, que aconteceram no Salão Nobre.

    Na parte da manhã, o público participou da mesa-redonda sobre Políticas Públicas na Saúde e Identidade Racial; o tema da noite abordou as Políticas Públicas no âmbito penal, sobre drogas e educação. Durante a parte da tarde foram promovidas oficinas sobre as políticas públicas voltadas para o idoso; para as mulheres; inclusão; saúde da família e leitura.

    “Todos os anos a campanha da fraternidade trabalha um determinado problema social na busca de apresentar possíveis soluções. Em um primeiro momento através daquele método que a própria CNBB usa há décadas que é: ver, julgar e agir. E nós nos inspiramos nesse tema sugerido pela campanha, trabalhando, por meio dos nossos programas de pós-graduação mais ligados ao tema, para organizar esse evento de hoje, refletir e debater como podemos contribuir”, disse o reitor.

    Assista à abertura da II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação: Políticas Públicas

    Confira o encerramento da II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação: Políticas Públicas

  • O debate foi o mote da XII Semana Acadêmica do CCSA, que terminou na sexta-feira (10.05), promovendo mais de 20 atividades entre palestras, mesa-redonda, oficinas, encontro acadêmico, simulado, seminários e cine-debates com diversos convidados externos e internos. A programação aberta ao público teve início na segunda-feira (06.05) com a palestra de Fábio Giambiagi sobre a Reforma da Previdência e encerrou na sexta com Ana Clara Gonçalves Bittencourt falando sobre Felicidade na Contemporaneidade.

    “Foi um sucesso! Uma semana de eventos preparados com muita dedicação para os nossos alunos e a comunidade em geral. Organizamos a palestra de abertura com um dos mais importantes economistas em Finanças Públicas do Brasil que lotou o Salão Nobre. Em sequência trouxemos o Dr. Carlos Guanziroli, que é um dos economistas mais notáveis na área de Desenvolvimento Econômico e Agrário do país e consultor da FAO (ONU). Ambas palestras abordaram temas atuais, e, cativaram nossos alunos para o debate saudável e fundamental para o desenvolvimento socioeconômico da nação”, comenta a diretora do CCSA e coordenadora do curso de Ciências Econômicas, Vanessa Santos.

    Na programação teve oficina sobre roteiro, foto e animação; mesa-redonda sobre casos de gestão baseado na série da Netflix, Mary Portas; palestra Publicitário Raiz: Fatos e Fakes de uma carreira real; a segunda edição da Simulação das Nações Unidas promovida pelo curso de Relações Internacionais; entre outras atividades que foram aprovadas pelos alunos.

    “Eu me diverti muito. Eu não tinha me inscrito para a oficina de Stop Motion, mas acabou que cheguei na UCP e fui ver o que tinha de legal e fui para o Estúdio de Fotografia torcendo para ter vaga. Foi muito divertido, desde a parte da criação de roteiro até às ideias mais bobas que conseguiram ficar legais no vídeo final. A montagem como a gente queria o cenário, e todo o momento de ter que mover os bonecos e saber exatamente qual foi a última posição que ele parou para que ficasse tudo certinho. Com certeza nas próximas Semanas Acadêmicas se tiver essa oficina irei indicar para as pessoas fazerem”, disse a estudante Giovanna Ramos.

    Sobre a Semana do CCSA, Vanessa destaca a programação que promoveu a interdisciplinaridade do centro, o que possibilitou o intercâmbio de alunos e professores entre as atividades.

    “Para encerrar a Semana Acadêmica tivemos a palestra motivacional que lotou o nosso auditório, trazendo para a reflexão do público um tema importante para o desenvolvimento das potencialidades humanas. A semana foi muito profícua para todos e, pretendemos cada vez mais, favorecer a propagação do conhecimento e o espaço para o debate”, frisa Vanessa.

    Reforma da Previdência é tema da abertura da XII Semana Acadêmica do CCSA

  • Os alunos e voluntários que atuam no Núcleo de Atendimento ao Idoso da UCP participaram, nesta sexta-feira (26.04), da oficina Habilidades Sociais nas Relações Interpessoais no Atendimento Ao Idoso. O encontro foi ministrado pela Profª Draª Diana Ramos de Oliveira, do mestrado em Psicologia da UCP.

    A proposta do encontro teve o intuito de mostrar aos alunos e voluntários algumas habilidades sociais importantes que possam auxiliar nas relações com o público idoso, como por exemplo, as habilidades de Direitos e Cidadania, Habilidades Empáticas e de Comunicação.

  • Um dos assuntos mais em pauta nos últimos meses, que afeta todo cidadão brasileiro, a Reforma da Previdência abriu os debates da XII Semana Acadêmica do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da UCP, nesta segunda-feira (06.05). A palestra com um dos maiores especialistas brasileiros nas áreas de finanças públicas e previdência social, Fábio Giambiagi, lotou o Salão Nobre do Campus Dom Veloso. No evento, ele falou sobre a importância das mudanças nas regras previdenciárias para a economia do Brasil.

    “É importante o debate, pois o que a gente tem visto no país é a presença de opiniões polarizadas em que a partir de opiniões pré-concebidas há pouco espaço para o consenso. O importante nesses espaços mais acadêmicos, onde o saber e o diálogo precisam ser cultuados, é justamente a possibilidade de ser feita uma interpretação. Ouvir opiniões diferentes, perguntas diferenciadas de tal forma que depois o público possa de posse dessas diversas opiniões chegar a sua própria opinião”, comenta Fábio, que ao final da palestra respondeu a diversas perguntas e dúvidas do público.

    Uma programação repleta de atividades gratuitas e abertas ao público será oferecida até sexta-feira (10.05) durante a XII Semana Acadêmica do CCSA. São palestras, oficinas, mesas-redondas e seminário, abordando diversas temáticas em diferentes áreas. Na sexta, a palestra Felicidade na Contemporaneidade, marcada para 19h no auditório, encerra a programação. 

  • Conferências, aula aberta, minicursos e uma mesa-redonda discutiram, sobre diversos aspectos, o humanismo de Jacques Maritain durante a Semana Acadêmica 2019 do Centro de Teologia e Humanidades da UCP, encerrada no sábado (04.05) com o Seminário dos Egressos. A programação, aberta ao público, teve início na última segunda-feira (29.04) e promoveu diversas atividades realizadas no Campus Dom Veloso e também na Faculdade de São Bento e Centro Dom Vital, ambos no Rio de Janeiro, parceiros na organização do evento nomeado Colóquio Internacional sobre o Humanismo de Jacques Maritain.

    “A Semana de fato foi muito rica pela ideia fundamentalmente de fazer em três lugares, com a participação de professores de distintos lugares, mas também essa riqueza de conhecer estruturas diferentes de ensino na área da Filosofia, das Letras e História. Esse é o primeiro aspecto. Por outro lado, a experiência de internacionalizar a UCP, trazendo professores do exterior – trouxemos franceses e um romeno. Isso creio que enriquece também a perspectiva dos alunos. Uma tomada de consciência do alto nível de reflexão da UCP na área de Humanidades. E o terceiro aspecto é que agora formamos um núcleo de amizade com esses estrangeiros, que estão dispostos a fazer outros eventos em parceria”, comenta o vice-diretor do CTH, Prof. Dr. Carlos Frederico Calvet.  

    Semana Acadêmica do CTH é encerrada

    A Semana do CTH – Colóquio Internacional sobre o Humanismo de Jacques Maritain trouxe para a UCP nomes importantes que se debruçam sobre o pensamento do filósofo católico, como a Profª. Draª. Claire Bressolette e o Prof. Dr. Alin Tat. A programação também contou com apresentação musical com o Coral e com o Conjunto de Câmara da UCP, apresentação de trabalhos na área de Humanidades e dos Seminários dos Egressos da graduação e também de mestrandos e doutorandos.  

    “O balanço que fazemos da Semana Acadêmica foi bem positivo. Tivemos 49 apresentações de trabalhos, uma coisa muito rara. Foram apresentações maravilhosas. A palestra de abertura com o Prof. Edgard foi muito boa. Tivemos uma aula aberta com o Prof. Dr. Rafael Bastos que teve uma participação muito bacana. Para os alunos também foi uma experiência nova e interessante participar dos minicursos que tiveram tradução simultânea. Foi algo bem interessante e bom também para o amadurecimento”, observa o diretor do CTH, Prof. Leandro Rodrigues.


  • O Humanismo de Jacques Maritain vai permear os debates e encontros na Semana Acadêmica do Centro de Teologia e Humanidades (CTH) 2019 da UCP, aberta nesta segunda-feira (29.04). Realizado até 4 de maio, o evento – Colóquio Internacional sobre o Humanismo de Jacques Maritain - é fruto da parceria entre a Universidade, Faculdade de São Bento e Centro Dom Vital. A abertura desta segunda, que aconteceu no Salão Nobre do Campus Dom Veloso, teve a conferência A Filosofia da História de Jacques Maritain: Ser, Tempo e Moral com o Prof. Dr. Edgard Leite Ferreira Neto.

    “Esse pensamento sofreu um certo hiato, um certo obscurecimento, pelo menos no Brasil, nas últimas décadas. Mas isso não significa que o seu pensamento não continue a ser de extrema importância e relevância para a atualidade e por isso esse evento é de grande importância”, observa o Prof. Dr. Edgard Leite Ferreira Neto ao abrir sua fala na conferência.

    UCP abre a Semana do CTH 2019

    A Semana do CTH – Colóquio Internacional sobre o Humanismo de Jacques Maritain tem programação em Petrópolis, na UCP, e também no Rio, na Faculdade de São Bento e Centro Dom Vital com atividades simultâneas. O objetivo é difundir o pensamento do filósofo católico Jacques Maritain.

    O diretor do CTH, Prof. Leandro Rodrigues, destaca a ligação do tema com a missão da Universidade.

    “Jacques Maritain trabalha a questão do humanismo, da humanidade voltada para a questão religiosa, que é a nossa missão. Falar deste tema é importante, principalmente, essa reflexão sobre a questão do que é o nosso Centro como essência, que é o Centro de Teologia e Humanidades. E a reflexão sobre o ser humano como centro do presente de Deus”, comenta o Prof. Leandro Rodrigues.

  • O Brasil tem o maior índice da América Latina e o quinto maior do mundo de pessoas com depressão: 5,8% da população. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS) que ainda revela que, no mundo, o transtorno atinge mais de 300 milhões de pessoas. A questão ainda é um desafio para os profissionais, que agora podem contar com o auxílio de programas online que ajudam a lidar com os sintomas da doença. Uma novidade no Brasil, o programa alemão Deprexis é objeto de estudo de um projeto de pesquisa da Universidade Católica de Petrópolis (UCP). O grupo busca voluntários em todo o Brasil para utilizar gratuitamente o programa.

    A ideia do projeto de pesquisa, chamado de Fica Bem, é avaliar a eficácia do programa por aqui. O programa, que já foi autorizado pela Anvisa para ser distribuído no país, foi recomendado pelo Instituto Nacional para a Saúde e o Cuidado de Excelência, órgão ligado ao Ministério da Saúde britânico. Ele atua como ferramenta complementar no tratamento de depressão, com base em um estudo feito com mais de mil adultos na Suíça e na Alemanha. O estudo relaciona o uso do programa, combinado ao uso de terapia, com uma maior redução dos sintomas depressivos do que a terapia presencial sozinha.

    “Por meio do projeto, a equipe pretende investigar mais sobre a depressão em intervenções psicoterápicas online, um campo pouco estudado no Brasil no momento. Desta maneira, podemos ajudar voluntários que sofrem de sintomas depressivos e contribuir com a área de pesquisa do país”, comenta o professor da UCP, Rodrigo da Cunha Teixeira Lopes, responsável pelo projeto que está sendo desenvolvido por meio do Programa de Mestrado em Psicologia da Universidade e também do curso de graduação em Psicologia da UCP.

    Projeto de pesquisa da UCP estuda programa para melhora de sintomas da depressão

    Rodrigo destaca a importância de estudar alternativas como essa, na busca de ações efetivas e práticas, no tratamento do transtorno.

    “Vale lembrar que este programa não substitui a necessidade e ajuda de profissionais. Na verdade, o que estamos estudando é como ele pode contribuir positivamente, auxiliando e agregando ao tratamento realizado presencialmente com um profissional. Hoje, queremos a contribuição de voluntários que poderão acessar o programa gratuitamente e colaborar com essa pesquisa, que pode beneficiar em muito o tratamento para o transtorno depressivo, um grande mal que atinge pessoas de todas as idades, podendo levar a situações mais graves, como o suicídio”, observa o pesquisador.

    Dados da OMS mostram um crescimento de 18% de casos de depressão em dez anos, o que, segundo previsão, será a doença mais incapacitante do planeta até 2020. Estima-se que metade das pessoas que tentam suicídio estejam deprimidas e que 15% das pessoas sofrendo de depressão cometerão suicídio.

    Projeto de pesquisa da UCP estuda programa para melhora de sintomas depressivos

    “Existem diversos tratamentos psicológicos para os transtornos depressivos, mas são geralmente caros e inacessíveis para muitas pessoas que necessitam deles. Tratamentos auto administrados, baseados na internet, com contato mínimo com o terapeuta, demonstraram ser efetivos na redução de sintomas depressivos em algumas partes do mundo, especialmente em países com alta taxa de alfabetização e facilidade de acesso à internet. Até onde sabemos, nenhum estudo ainda foi feito utilizando essa abordagem de tratamento em países com baixos índices de alfabetização e menor acesso à internet”, explica Rodrigo.

    Os interessados em participar do projeto Fica Bem devem entrar em contato com a equipe pelo site www.sites.google.com/view/ficabem; nas redes sociais pelo Facebook (www.facebook.com/p.ficabem/) e Instagram (@p.ficabem; e também pelo e-mail: p.ficabem@gmail.com.
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