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  • Durante seis dias, diversas questões pertinentes às Engenharias e Arquitetura e Urbanismo, como novas tecnologias, mercado de trabalho, entre outros assuntos, foram debatidos na Semana Científica do CEC 2019 da UCP, que encerrou no último sábado (26.10). Uma série de atividades foi realizada no Campus Dom Cintra, voltada aos alunos da graduação do CEC, do Mestrado Profissional em Gestão de Sistemas de Engenharia, além do público em geral interessado nos temas.



    Na programação, destaque para a palestra Mais Lean, Menos Manufacturing, promovida pela Engenharia de Produção; sobre Compatibilidade Eletromagnética, das Engenharias Elétrica e Mecatrônica; a mesa-redonda A gestão do patrimônio paisagístico e ações institucionais relacionadas à compatibilização da preservação de áreas tombadas, da Arquitetura; o minicurso Desenvolvimento de um Game de Plataforma com GDevelop, de Engenharia de Computação; a Visita Técnica na GE Celma sobre Ensaios Não Destrutivos, pela Engenharia Mecânica; e a palestra Perícias e Avaliações na Engenharia Civil.  

    Foram cerca de 40 atividades na Semana Científica do CEC, entre palestras, oficinas, minicursos e mesas-redondas, abrangendo as Engenharias e Arquitetura e Urbanismo, proporcionando um ambiente de discussão, reflexão e incentivo de produção científica.

  • Resultado do trabalho do curso de Educação Física foi apresentado nos Jogos do Núcleo Pedagógico Semeando Flores, que aconteceu no sábado (26.10), no Centro Poliesportivo do Bingen


    Entender que todos, pessoas sem ou com qualquer tipo de deficiência, têm limitações, mas que essas podem ser adaptadas e superadas, inclusive na prática esportiva. É o que aprendem os alunos do curso de Educação Física da Universidade Católica de Petrópolis (UCP) durante a disciplina de Educação Física Adaptada. Uma parte do resultado deste trabalho foi apresentado no sábado (26.10), durante os Jogos Olímpicos do Núcleo Pedagógico Semeando Flores, que atende pessoas com deficiência entre 3 e 60 anos de idade. O evento aconteceu no Centro Poliesportivo, no Bingen.



    A atividade do Núcleo, que há quatro anos acontece em parceria com o curso de Educação Física da UCP, motiva os alunos a trabalharem o esporte e atividade física como ferramenta transformadora e impulsionadora. No trabalho desenvolvido com o Núcleo Pedagógico Semeando Flores, os estudantes atuam com cerca de 30 alunos que são atendidos pelo projeto, vivenciando atividades para crianças, adolescentes, adultos e idosos com deficiência cognitiva. Nos Jogos, os alunos montam o circuito de atividades e acompanham os alunos a trabalharem o seu melhor.

    "É muito importante para os alunos vivenciarem essa experiência, pois muitos quando começam a disciplina tem um certo preconceito, falando que nunca vão trabalhar com isso, por acharem que não saberão lidar. Mas quando eles veem o trabalho, esse contato muda a visão”, lembra a professora da disciplina, Janine Meirelles dos Santos sobre o caso de um aluno que tinha esse discurso, mas que se apaixonou.

    “Ele veio, se apaixonou, e hoje trabalha direto com eles. Mudou completamente a opinião. E está ansioso para fazer o estágio na área, que será no próximo período”, conta a docente, explicando que o projeto funciona como um laboratório da disciplina, que ainda proporciona o estágio supervisionado na área.

    “Colocamos no mercado um profissional mais bem preparado, com uma visão mais ampla da Educação Física e também com essa questão de olhar mais para o outro, uma visão mais humana”, frisa.

    Parceria garante formação mais completa a alunos do curso e ganhos pessoais a alunos e famílias do projeto

    Para a diretora do Núcleo Pedagógico Semeando Flores, a psicóloga Márcia Loureiro, a parceria com a UCP faz a diferença nesses futuros profissionais que chegarão ao mercado de trabalho, mas ainda mais na vida dos alunos atendidos no projeto.



    “Nossa escola não trabalha o que há de errado ou o pior neles. Trabalhamos o potencial do que há que possamos melhorar. Essa parceria traz uma autoestima para o aluno porque ele é capaz. Eles vão para o ginásio da UCP, o trabalho é divulgado e eles se sentem importantes. O tamanho da importância que são para nós. Trabalhamos com as famílias e vocês não têm noção de como é bom para eles virem aqui e verem os filhos participando. Porque a vida lá fora é preconceituosa. Aqui é uma aceitação. São todos iguais. E quando a gente percebe que uma empresa como a UCP promove essa inclusão e essa igualdade, isso é maravilhoso para as famílias”, comenta Márcia, que há dez anos iniciou o trabalho no Núcleo.

    “Para nós é superimportante essa parceria, pois temos uma escola totalmente atípica com múltiplas deficiências desde autismo, síndrome de down, PC, RN, TDH, TOD, de várias idades. Não somos uma escola grande, é um projeto pequeno. Mas desde que iniciamos essa parceria fiquei muito encantada com a disposição dos alunos e da UCP em fazer isso. E virou uma febre para eles, pois eles aguardam ansiosos esse dia”, disse.

  • Equipe participou de dois concursos no 61º Congresso Brasileiro do Concreto, realizado entre 15 e 18 de outubro, em Fortaleza, no Ceará


    Não foi dessa vez que o bicampeonato chegou para os alunos da Engenharia Civil da UCP na competição Quem sabe faz ao vivo (QSFV), que aconteceu no 61º Congresso Brasileiro do Concreto. Mas eles ganharam muito mais que o primeiro lugar: ganharam conhecimento, experiência e novas vivências. A equipe ficou em 5º lugar no concurso e em 10º na competição Concreto Colorido de Alta Resistência (COCAR), da qual participaram pela primeira vez. O resultado final foi divulgado na última sexta-feira (25.10). O evento, promovido pelo Instituto Brasileiro do Concreto (Ibracon), aconteceu entre os dias 15 e 18 de outubro, em Fortaleza, no Ceará.

    “Sentimo-nos vitoriosos com os resultados obtidos e principalmente com o quanto aprendemos com todo o decorrer da pesquisa. Seguiremos nos empenhando em nossos trabalhos e deixando sempre muito claro que toda ajuda é sempre muito bem-vinda”, disse o grupo, que neste ano contou com nove estudantes, entre os 7º e 9º períodos, que se dividiram para participar das duas competições.



    No primeiro dia foi feita a entrega dos corpos de prova para a competição do Concreto Colorido de Alta Resistência, na qual a equipe foi aprovada em todos os quesitos determinados no regulamento. O objetivo era testar a habilidade dos competidores na preparação de concretos de pós reativos com alta resistência e coloridos. O grupo da UCP alcançou o 10° lugar, competindo com 43 universidades.

    O segundo dia foi a competição Quem sabe faz ao vivo, na qual o grupo composto por cinco alunos tinha que virar um traço de concreto de alto desempenho com apenas uma hora para todo o trabalho, desde a separação dos materiais até a limpeza geral do local. Neste ano, no entanto, a equipe foi surpreendida, pois as especificações dos materiais só foram liberadas no dia da prova e eram tipos de materiais que os alunos não tinham treinado.

    “Mas como o próprio nome já diz “Quem sabe faz ao vivo” e assim encaramos o desafio com confiança em nosso conhecimento e aprendizados adquiridos no nosso dia a dia de laboratório. Com uma hora de prova realizamos nosso trabalho com sucesso e ainda conquistamos a simpatia de toda a equipe do evento, a qual muito nos elogiou”, lembra a equipe, que conquistou o 5º lugar, tendo a 2ª melhor resistência do concreto.

    “Foram dias de muito aprendizado e crescimento para nossa equipe. É importante também ressaltar o contato que fizemos com alunos de universidades de todo o país e conversamos sobre os avanços e as dificuldades de cada um. Vemos que nossa universidade cresce a cada dia e ainda tem muito a crescer, como todo curso. Mas contamos sempre com o apoio do corpo docente e da reitoria e nos colocamos à disposição para juntos fazermos o melhor pelo nosso ensino e nossa profissão, da qual temos imenso orgulho”, pontuam os alunos da UCP.


    Equipe agradece apoio e destaca crescimento na formação durante evento

    Formada pelos estudantes Ana Beatriz Brandão Medina Dolher Souza, Bruno da Rocha Baltar, Laís Rodrigues Silva, Leonardo de Souza Corrêa, Luana Ferreira de Carvalho, Marcella Moreira Dantas Bonforte, Maria Júlia Pessanha Piraciaba, Mariana de Souza Cunha e Matheus Barbosa da Silva, a equipe da UCP dobrou o tempo de dedicação aos testes e ensaios para as provas, e se preparou por sete meses.

    “Foram meses de preparação desde o ano passado em planejamento e desde o início do ano em trabalhos. Foram muitas tardes onde um grupo de 9 pessoas, mais alguns ajudantes, que não podemos deixar de dizer que foram essenciais para o nosso empenho, se dedicaram aos trabalhos das pesquisas no laboratório”, observa o grupo, que frisa o apoio de pessoas importantes em todo o processo.

    “Tivemos o apoio diário do professor Vinícius Costa Furtado Rosa e do laboratorista Alex Justen, a quem deixamos nosso especial agradecimento. Pudemos contar também com o incentivo do nosso coordenador e professor Robson Gaiofatto e da reitoria da universidade. Todo esse apoio dentro de nossa universidade fez com que pudéssemos também conquistar a confiança de empresas amigas que nos ajudaram com parte dos custos da viagem e com prestação de serviços. Enfim, foram muitas pessoas que acreditaram que nosso trabalho realmente é sério”, agradeceu a equipe da UCP.



    Neste ano, o grupo ganhou ainda mais apoiadores, com as empresas Grupo Encopetro, Nova Rocha Concreto e Pedreira, Serraria Petrópolis, Petro Sampa Materiais de Construção, MG Tecnologia na Construção, Pró Imagem Quality, MARC Engenharia e Projetos e SAMFVALE, que acreditaram no potencial e trabalho desenvolvido pelo grupo levando o nome de Petrópolis para as competições no principal evento do gênero no país.

    Além das competições, os estudantes da UCP também participaram da programação do Congresso, que contou com palestras com profissionais renomadas da área.

    “Tivemos a oportunidade de estarmos presentes em palestras de grandes nomes da engenharia e também fizemos contato com diversas empresas do ramo, no qual visamos novas parcerias para nossas pesquisas e nosso laboratório”, afirma o grupo.

  • O Núcleo de Atendimento ao Idoso da UCP participou, na quarta-feira (23.10), da audiência pública realizada na Câmara de Vereadores, a convite do legislativo municipal. A Universidade foi representada pela coordenadora do Núcleo, profa. Flávia Castellain, para o debate sobre A Política de Saúde do Idoso.

    O objetivo do encontro foi discutir as políticas públicas voltadas para esse segmento da população, com os profissionais que atuam diariamente com os idosos, entidades e a sociedade.  

  • Programação gratuita e aberta ao público, que contará com cerca de 40 atividades, acontece de 21 a 26 de outubro, no Campus Dom Cintra


    Cerca de 40 atividades serão oferecidas durante a Semana Científica do CEC 2019 da UCP, que foi aberta nesta segunda-feira (21.10) no Campus Dom Cintra. A programação gratuita e aberta ao público vai contar com uma série de eventos voltados aos alunos da graduação do CEC, do Mestrado Profissional em Gestão de Sistemas de Engenharia, além do público em geral interessado nos temas. As atividades acontecem até o sábado (26.10).



    Serão palestras, oficinas, minicursos, mesas-redondas e diversos eventos que vão proporcionar um ambiente de discussão, reflexão e incentivo de produção científica, capaz de traçar vetores tendentes a acomodar questões relevantes sobre as Engenharias e a Arquitetura e Urbanismo. A programação vai oferecer atividades específicas para cada curso do CEC – Engenharias Civil, Mecânica, da Computação, de Produção, Mecatrônica, Elétrica e Arquitetura e Urbanismo, e Redes de Computadores.

    “A Semana Científica é uma oportunidade de atualização, onde além de assuntos relacionados à ciência e tecnologia, traz minicursos e palestras com profissionais do mercado que apresentam direcionamentos, mercado de trabalho, perfis esperados e muito mais. As discussões trazem a oportunidade de fazer um Networking e de se colocar ou recolocar no mercado com as tecnologias mais recentes. Os minicursos trazem a oportunidade de conhecer ferramentas que podem auxiliar na profissão ou mesmo servir para criação de um perfil mais técnico e/ou científico”, observa o Prof. Dr. Fabio Lopes Licht, coordenador do CEC.

    A Semana Científica do CEC 2019 da UCP acontece de 21 a 26 de outubro, no Campus Dom Cintra, que fica na Rua Barão do Amazonas nº 124, Centro. Mais informações e a programação completa pode ser conferida no site.

  • Estudantes de Direito da UCP estiveram entre os dias 16 e 18 de outubro em Brasília para conhecer na prática o funcionamento de algumas instituições públicas federais. Na capital do país, eles visitaram todos os Tribunais Superiores e também o Congresso Nacional. A visita, que acontece anualmente, faz parte do programa Direito na Estrada, que tem a proposta de proporcionar aos alunos do curso a vivenciarem experiências jurídicas nos mais diversos cenários.

    O grupo, composto por alunos de diferentes períodos, conheceu o Superior Tribunal Federal; Superior Tribunal Militar; Memorial JKF; Congresso Nacional; e Tribunal Superior do Trabalho, onde foi recebido pelo Ministro Aloysio Correa da Veiga, Professor Honoris Causa da UCP. Ele recebeu o grupo da UCP na sessão da turma, a qual parou para falar sobre a instituição petropolitana. Acompanhados pelo coordenador do curso, Prof. Maurício Pires Guedes, e pela coordenadora do NPJ, Sintia Said Coelho Depois, depois os estudantes foram até o gabinete do ministro.

  • A Profª. Draª. Cleia Zanatta Clavery Guarnido Duarte, docente da graduação e do mestrado em Psicologia da UCP, foi homenageada no último sábado (19.10) pelo Sindicato dos Professores das Escolas Particulares de Petrópolis e Região. Na ocasião, que aconteceu na Casa de Cláudio de Souza, sede da Academia Petropolitana de Letras, a docente recebeu a homenagem pelo Dia do Professor por sua dedicação à Educação Petropolitana. A iniciativa foi uma parceria do Sindicato e da Academia Petropolitana de Educação.

  • Uma questão no país vizinho, mas que abala toda a sociedade e afeta, diretamente, o Brasil. A Crise Venezuelana foi o mote da palestra pelo Dia do Internacionalista – comemorado em setembro – realizada na sexta-feira (11.10) no Campus Dom Veloso da UCP. O evento aconteceu no Salão Nobre e foi ministrado pelo Doutor em Ciência Política, Paulo Velasco.



    O objetivo foi debater sobre a polêmica crise venezuelana, assim como a atual situação do governo Maduro e as diferentes respostas da comunidade internacional. O assunto abre o debate sobre as relações internacionais.

    “Quando a gente pensa no entorno regional brasileiro, é o caso mais crítico que temos visto atualmente que impacta na estabilidade da América do Sul como um todo, e naturalmente afeta muitos interesses do Brasil na região. Basta vermos a questão relativa aos imigrantes e refugiados venezuelanos como tem afetado a estabilidade de estados, como Roraima. Nos últimos tempos tem trazido muitas preocupações para o estado brasileiro”, comenta o palestrante, que frisa sobre a relevância dos alunos de RI em refletir e debater sobre o tema.

    “Pensando no interesse dos alunos de Relações Internacionais de uma universidade brasileira como a UCP, evidentemente que conhecer o que está acontecendo na Venezuela e os impactos disso para a região é algo absolutamente crucial. E uma data como essa, se torna muito mais importante”, destaca o palestrante, que atualmente é professor adjunto de Política Internacional e Chefe do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e também atua como professor do corpo permanente do Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais (PPGRI) da Instituição e professor do MBA em Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

  • A graduanda do curso de Biomedicina da UCP, Gabriela Morais, recebeu uma menção honrosa pelo trabalho científico que desenvolve no Laboratório de Farmacologia Bioquímica e Molecular no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da UFRJ. Com o título Phenotypical and pharmacological differences evoked by in vitro aging of LLC-PK1 proximal tubule renal cells, a honraria foi concedida durante o Congresso Internacional V Meeting on Cardiotonic Steroids and the Na+ Pump, que aconteceu entre os dias 19 e 20 de setembro em Divinópolis, na Universidade Federal de São João del-Rei. O evento reuniu cientistas de renome internacional na área.

    O trabalho do qual participa a aluna da UCP investiga as alterações morfológicas e fisiológicas associadas ao envelhecimento celular. O envelhecimento é um processo degenerativo progressivo que ocorre com todas as células do corpo. Assim, há perda da sua capacidade de adaptação e reparação, e resulta em transformações fenotípicas (ou seja, de suas características originais) que podem culminar na morte da célula. Além disso, ele modifica a resposta farmacológica à fármacos. Nossa perspectiva é que este estudo possa contribuir para o conhecimento das modificações celulares causadas pelo envelhecimento e como isso pode estar relacionado à resposta ao tratamento medicamentoso.

    Aluna Gabriela Morais na apresentação oral do trabalho
    O primeiro trabalho científico da estudante, desde a iniciação científica, também foi aceito em outro evento internacional, o 51° Brazilian Congress of Pharmacology and Experimental Therapeutics, da Sociedade Brasileira de Farmacologia e Terapêutica Experimental, realizado entre os dias 24 e 27 de setembro, em Maceió.

    “Foi muito gratificante e desafiador. Mesmo antes de receber a menção, o sentimento de realização já estava presente desde quando o professor Luis Eduardo Menezes Quintas possibilitou a submissão do projeto, não só em forma de pôster, mas também em apresentação oral em inglês, estando a menos de um ano na pesquisa. Quando o resumo foi aceito e selecionado como um dos melhores, e ter sido visitado por avaliadores internacionais renomados, foi ainda mais retribuidor. Todo esforço foi recompensado e através dele pode representar não somente a nossa universidade, a UCP, mas também a UFRJ”, disse Gabriela.

    A aluna (primeira à direita) com as Dras. Sandrine Pierre (EUA), Natalya Fedosova (Dinamarca), Kathleen Sweadner (EUA) e as finalistas de melhor trabalho apresentado
  • Estudantes do curso de Fisioterapia da UCP participaram no último sábado (12.10) do III Simpósio Nacional do Método TREINI – Tratamento em Reabilitação Neurológica Intensiva, que foi realizado no Rio de Janeiro. As alunas do 10º período, Jessyka Louback Pissurno, Leticia Barbosa de Sá, Letícia de Oliveira Vidal e Monize Medici de Oliveira apresentaram seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), que foram orientados pela Profª. Me. Maria da Graça Tavares Monteiro.

    Os TCCs ficaram expostos, por meio de banners, e foram apresentados juntamente com as clínicas parceiras na aplicação do Método Treini. Os trabalhos se referem à prática terapêutica inovadora, aplicada na Clínica Escola de Fisioterapia da UCP, desenvolvida e doada à Instituição pelo ex-aluno Renato Guimarães Loffi.

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