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  • A UCP esteve representada no Congresso Internacional da Associação Brasileira de Linguística - ABRALIN50 - Linguística na Contemporaneidade: Desafios, Debates e Propostas, que aconteceu neste mês, em Maceió. O evento foi realizado entre os dias 5 e 9 e contou com a participação da professora do curso de Letras, Deise Ferreira Viana de Castro, e da aluna Maria Clara Castellain Mayworm, ambas apresentando trabalhos.

    Aluna e professora da UCP participam de Congresso Internacional de Linguística

    A docente da UCP, que é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem na PUC-RJ, apresentou a comunicação intitulada A entextualização na co-produção dos discursos legais envolvidos nas histórias de mulheres infratoras que pleiteiam a prisão domiciliar em lugar da prisão coercitiva.

    “A participação em um congresso é sempre importante e agrega conhecimentos, pois assim temos contato com outros pesquisadores e seus trabalhos. Tendo em vista que a Linguística é uma área que abrange diversas linhas de pesquisa, é relevante conhecê-las, bem como as teorias mais recentes. Acredito que, para os alunos, a participação em um congresso ajuda a ampliar os interesses e as perspectivas de pesquisa. Para mim, como professora e pesquisadora, também é necessário divulgar os resultados de minha pesquisa de doutorado que está em andamento”, disse a professora, uma das incentivadoras da aluna Maria Clara.

    Aluna da UCP participa de Congresso Internacional de Linguística

    A graduanda, que concluirá o curso de Letras pela UCP no próximo mês e já está cursando o Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem na UFF, apresentou a comunicação intitulada Políticas linguísticas em contexto de migração e refúgio: o direito fundamental de se expressar.

    “O evento foi muito importante. Primeiro por ter a experiência de ir a congressos e expor trabalhos; e você ver o que está sendo produzido cientificamente no país na área que a gente estuda. Mais importante ainda é poder fazer contato com pessoas de outras universidades. Ver o que está sendo pesquisado em outros lugares e como é interessante isso. E é através da troca que a gente agrega o nosso conhecimento. Acho que quando participamos desses congressos e simpósios isso fica muito claro, como o conhecimento é uma troca”, comenta a aluna, que destacou o incentivo dos professores da UCP com os alunos na área de pesquisa.
  • A mestranda em Direito da UCP, Isabela Nascimento, acaba de lançar seu livro Súmulas dos Tribunais Superiores Organizadas por Disciplina STJ . STF, publicado pela Editora Lumen Juris. A obra, que chega às livrarias neste mês, é indicada a alunos da graduação; advogados; para quem está estudando para concurso público; e também aqueles que estão fazendo pós, lato ou strictu sensu.

    Mestranda em Direito da UCP lança livro

    “Durante a graduação e após a conclusão do curso me dediquei aos estudos almejando aprovação em concurso público. Sobretudo na primeira fase, geralmente é cobrada a “lei seca”, assim como as súmulas, mas eu não estava conseguindo memorizar direito e, consequentemente, sempre me perdia quando precisava encontrá-las rapidamente. Então, resolvi organizá-las separando-as pelas disciplinas, o que me ajudava muito pois otimizava meu tempo”, explica Isabela sobre a escolha do assunto para a publicação.

    “Foi ótimo! Eu conseguia fazer muito mais questões e exercícios porque encontrava muito mais rápido as respostas tanto para ratificar o acerto quando para aprender com o erro. Também acabou sendo muito útil tanto para pesquisa acadêmica, sobretudo diante do meu ingresso no Mestrado da UCP, quanto para minhas atividades práticas, dado o papel da jurisprudência dos Tribunais Superiores no cenário jurídico nacional. Depois de mais de três anos catalogando hoje minha coletânea se tornou nossa obra jurídica”, comenta a jovem ao lançar seu primeiro livro.

    “É muito gratificante quando um projeto se torna realidade, faz todo esforço ter valido a pena. Eu me sinto grata por todo apoio que recebi e continuo recebendo, principalmente do meu pai, Claudio; do Professor Sérgio Salles, meu orientador no Mestrado da UCP; do Professor Marcelo Duque, que foi meu orientador na ESMAFE/RS e gentilmente prefaciou o livro; da Editora Lumen Juris que acreditou na ideia; e de todos que estão incentivando essa conquista, como o Professor Gustavo Martins, a Professora Laura Dutra, a Professora Vera Carmem, o João Ricardo Pimentel, dentre outros amigos muito queridos”, agradece Isabela.

    Mestranda em Direito da UCP lança livro
  • A UCP participou nesta semana do 5th International Scholas Chairs Congress - Building cooperation networks for fraternal humanism (EUS, 24), realizado entre os dias 2 a 4 de junho na Fordham University, em Nova Iorque. A instituição petropolitana esteve representada pelo Reitor da Universidade, o Prof. Me. Padre Pedro Paulo de Carvalho Rosa, e pela Profa. Dra. Cléia Zanatta, do Programa de Mestrado em Psicologia da UCP. No evento, eles participaram de mesas-redondas e, também, tiveram a oportunidade de apresentar um projeto desenvolvido pela UCP em uma escola municipal de São José do Vale do Rio Preto, no interior do Rio de Janeiro.

    No primeiro dia do congresso, no domingo (02.06), a Profa. Dra. Cléia Zanatta participou da mesa-redonda Scholas Chairs grupos de pesquisa e ação, na qual apresentou o projeto de pesquisa e ação desenvolvido sob direção do Prof. Dr. Pedro Rosário, da Universidade do Minho, com o tema Promoção de competências de autorregulação da aprendizagem Primária usando histórias-ferramenta: Projeto arco-íris.

    UCP participa de COngresso Internacional em Nova Iorque

    Já nesta segunda-feira (03.06), o Prof. Me. Pe. Pedro Paulo de Carvalho Rosa presidiu a mesa-redonda Laboratório Laudato Sì - Educação para uma ecologia integral: sustentabilidade ambiental e social. Nesse mesmo dia, o Reitor da UCP e a Profa. Cléia apresentaram na mesa-redonda Laboratório Educar ao Humanismo Solidário: Inovação educativa o projeto intitulado Autorregulação de Valores e Habilidades de Vida: ações psicoeducativas em um colégio do Brasil, que foi desenvolvido pela UCP numa Escola Municipal de São José do Vale do Rio Preto, no ano de 2018.

    O projetou nasceu como resposta da UCP a uma situação preocupante apresentada pelo Diretor do Colégio ao Reitor da UCP, em setembro de 2017, quanto aos alunos de 10 a 16 anos. Na sequência, foi feita uma visita in loco pelas professoras Cléia e Mara Noel com o Reitor da Universidade. O projeto teve seu início em março de 2018 com seus autores: Cleia Zanatta, Mara Noel, Rosilene Ribeiro, Padre Pedro Paulo de Carvalho Rosa e Pedro Rosário (fundamentação teórica), e coautores Glaucia B. S. Gomes, Luis Felipe S. Rodrigues, Catarina C. Amaral, Thalita L. da Silva, José Felipe Vitor Machado, Ludmilla S. Reis, Gabriel Macedo, Matheus M. Matoso e Mirelli Zimbrão.

    Sobre o projeto

    O desenvolvimento do projeto de pesquisa e extensão da UCP foi feito em seções quinzenais com intervenções junto ao alunos, seus pais e professores objetivando desenvolver ações psicoeducativas de autorregulação de valores e habilidades de vida para estimular a formação humana e sua orientação para o sentido da vida.

    O projeto se inspira no Documento da Congregação para a Educação Católica Educar ao Humanismo Solidário, que dialoga estreitamente com a missão institucional, visão e valores da UCP, comprometida com a formação integral da pessoa humana e o bem da sociedade, tendo, também, como base teórica as contribuições da Logoterapia. Ele seguiu também as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), que “propõe programas de ensino de habilidades de vida em colégios com o fim de desenvolver comportamentos adaptativos e socialmente adequados em crianças e jovens, com o fim de capacitá-los para lidar eficazmente com as questões e desafios em sua vida diária”.  

    “Os resultados foram surpreendentes entre todos os participantes do projeto no que diz respeito às habilidade de vida; como auto-conhecimento; empatia; comunicação eficaz; tomada de decisões; lidar com o estresse; pensamento crítico; resolução de problemas; pensamento criativo; lidar com as emoções e os sentimentos; e relacionamentos interpessoais. Essa cooperação da UCP com o colégio da rede pública tornou possível o o fortalecimento das habilidades de vida e verdadeiro encontro de sentido para viver”, destaca o Reitor da UCP, Pe. Pedro Paulo de Carvalho Rosa.

  • A aluna do curso de Relações Internacionais da UCP, Lara Delgado, participou na semana passada do I Congresso Internacional 2019 - Humanismo, Direitos Humanos e Cidadania Global realizado na Universidade Lusófona em Lisboa, Portugal, país onde a estudante está fazendo intercâmbio pela Universidade. A participação da jovem foi em parceria com o grupo de pesquisa da UCP, Lei, Justiça e Direitos Humanos, liderado pelo Prof. Dr. Daniel Machado Gomes. O evento aconteceu nos dias 30 e 31 de maio e 1º de junho.

    “O evento na Universidade Lusófona em Lisboa foi muito proveitoso. Muitas das palestras englobaram problemas e desafios atuais na democracia, segurança e direitos humanos. O Brasil e sua situação atual foi muito citado como exemplo. As comunicações também foram bem interessantes, com pesquisas de diversas áreas que também contaram com a participação de outros brasileiros”, contou a estudante, que é intercambista do programa NIICC da UCP no ISCAC do Instituto Politécnico de Coimbra/Portugal.

    Os temas das comunicações orais apresentadas pela aluna foram Segurança Nacional, Fechamento de Fronteiras e Direitos Humanos; e Diversidade Religiosa em Face do Ensino Público Confessional. Além de ter representado o grupo, ela representou também o curso de Relações Internacionais da UCP.

    As comunicações orais são referentes a artigos científicos desenvolvidos em coautoria com o professor Daniel Machado Gomes, o aluno de Direito Tiago da Silva Cicilio e o advogado Robson César Durão. Os textos foram escritos a partir de estudos realizados no Núcleo de Direitos Humanos da UCP, no âmbito do grupo de pesquisa Lei, Justiça e Direitos Humanos, no qual Lara atua como pesquisadora voluntária de Iniciação Científica.

    “É muito importante para o Núcleo de Direitos Humanos da UCP que duas comunicações nossas tenham sido aceitas neste Congresso. Além de gerar visibilidade ao trabalho que desenvolvemos em nossa Universidade, é uma oportunidade de trocar informações com a comunidade acadêmica internacional, correspondendo ao que a CAPES espera dos Programas de Pós-Graduação no atual quadriênio. Estamos também muito contentes de participar do livro que será publicado pela Universidade Lusófona com os artigos completos das comunicações apresentadas no Congresso, obra que contará com a contribuição de pesquisadores de vários países”, pontua Daniel Machado.

  • Encerrando o Tempo Litúrgico da Páscoa, a UCP promoveu, neste domingo (26.05), o seu XVI Concerto de Páscoa que aconteceu na Capela Nossa Senhora de Sion, no Campus Dom Veloso. A apresentação reuniu os grupos artísticos universitários - com o Conjunto Anima e Cuore e o Coral e a Orquestra da UCP – que abordaram mais uma vez obras que refletem artisticamente sobre o milagre da morte e ressurreição de Cristo para a salvação da humanidade.

    “A primeira parte do concerto, que foi apresentada pelo Conjunto Anima e Cuore e pelo Coro de Câmara da UCP, foi a cantata de Páscoa BWV 4, Christ lag in Todesbanden, com a qual eu possuo uma ligação emocional muito forte. Além de ser uma obra belíssima, foi também a primeira que eu conheci, entre as quase 200 cantatas de igreja compostas por Bach, e também a primeira que tive a oportunidade de reger”, comenta o maestro Antônio Gastão, regente dos grupos.

    XVI Concerto de Páscoa da UCP

    Na segunda parte do concerto foram apresentadas quatro composições de Gastão, todas ligadas ao período da Páscoa, escritas especialmente para os grupos da UCP.

    “Três dessas peças, o Haec Dies, o Terra Tremuit e o Pascha Nostrum são cantos para o Domingo de Páscoa, enquanto o Stabat Mater narra o sofrimento de Maria ao assistir à crucificação de seu filho Jesus. São peças que marcaram muitos dos componentes do coral e que eles sempre querem reapresentar”, explica o maestro que comemora neste ano o 30º aniversário como regente do Coral da UCP.

  • Palestra, workshops, apresentação de comunicações orais e uma mesa-redonda marcaram a II Jornada de Estudos sobre Relações Étnicos-raciais e outros marcadores sociais da diferença: diálogos interdisciplinares, realizada pela UCP. O evento aconteceu nesta quarta-feira (29.05), com programação durante todo o dia no Campus Dom Veloso.

    O objetivo do evento é fomentar a parceria entre grupos de pesquisa de diferentes Programas de Pós-Graduação da UCP, promovendo a inserção social dos mesmos, e incentivar a pesquisa acadêmica entre docentes e discentes, visando o aumento da produção científica e a integração dos alunos da graduação e pós-graduação.

    “É um esforço interdisciplinar e trabalha com um tema transversal, que é a existência de marcadores sociais e diferenças. São circunstâncias, por motivo de religião, de raça, de etnia, enfim, e que causam uma discriminação da pessoa no ambiente social. Esse evento é um convite para que pessoas de qualquer área possam trazer discussões pertinentes a isso, nesse espaço universitário e acadêmico. A importância é essa, abrir o espaço de discussão elevada sobre essas discussões”, explica o Prof. Klever Leal Filpo, um dos organizadores da Jornada.

    O evento é realizado pela UCP, por meio do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Interculturalidade (NUPEI); pelo Grupo de Pesquisa Processos Psicossociais & Cognição Social (PPCS) do Programa de Pós-Graduação em Psicologia; Grupo de Estudos em Educação, Cultura e Contemporaneidade (GRECCA) do Programa de Pós-Graduação em Educação; e Grupo Interdisciplinar de Pesquisa Empírica sobre Administração de Conflitos (GIPAC) do Programa de Pós-Graduação em Direito da UCP; além da editora Appris, que vai publicar um livro sobre a primeira edição do evento, realizada no ano passado; e apoio da Fundação Dom Cintra e Faperj.


  • A ex-aluna do curso de Arquitetura e Urbanismo da UCP, Maria Cristina Melo teve seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) aceito em dois eventos internacionais. O primeiro foi no Fórum Internacional do Patrimônio Arquitetônico, em Portugal, realizado no mês passado. O segundo acontece em outubro, nos dias 30 de outubro a 1º de novembro, no 15º Congresso Internacional de Patología y Recuperción de Estructuras, em Salta, na Argentina.

    Defendido no segundo semestre de 2018, o trabalho Proposta de Intervenção Paisagística - Complexo do Museu Imperial, Jardim Histórico e Entorno Imediato ganhou com nota 9,7. No trabalho, a aluna fez o Inventário Florístico dos 41 canteiros do projeto do paisagista Jean Baptiste Binot, a área mais preservada deste projeto. O último inventário publicado foi em 1940, à época da implantação do Museu.

    “Vejo esta notícia como muito propícia, que valoriza nossa ex-aluna e também a graduação em Arquitetura e Urbanismo da UCP, principalmente porque o tema do TCC dela é um dos assuntos do tripé do perfil do curso”, observa a coordenadora do curso e vice-diretora do Centro de Engenharia e Computação, Erika Machado.

    Egressa de Arquitetura tem TCC apresentado em eventos internacionais

    No Fórum de Portugal, o pôster do trabalho foi apresentado e o artigo publicado nos anais. Já no evento que será em outubro, na Argentina, a egressa estará presente apresentando pessoalmente o trabalho.

    “Foi com imensa satisfação e alegria que recebi a confirmação da seleção do trabalho. A elaboração, desenvolvimento e apresentação deste trabalho foi muito importante para mim por diversos motivos, como trazer à reflexão da comunidade petropolitana questões relacionadas à preservação e valorização do nosso patrimônio cultural”, comenta a ex-aluna, que tratou de um tema bastante pessoal para a cidade de Petrópolis.

    “Ressaltar o valor do jardim histórico em detrimento à percepção de valoração do bem tombado edificado; resgatar a história através da proposta de reintegração de áreas do entorno imediato do Museu Imperial; oferecer ao cidadão a possibilidade de se apropriar, caminhar e usufruir da história e paisagem urbana do Centro Histórico”, completa a arquiteta, que destacou a contribuição da Instituição em todo o trabalho.

    “Sou grata às minhas orientadoras, professoras Daniele Inocêncio e Érika Machado, por todo apoio, conhecimento transmitido e incentivo para este trabalho ultrapassar as paredes da UCP. Sou grata a todos os professores do curso de Arquitetura e Urbanismo, incluindo os professores da Engenharia, uma turma com garra e ideias inovadoras. Sou grata à UCP pela oportunidade de realizar um sonho de mais de 40 anos: me tornar uma arquiteta urbanista. De estudar, de conhecer, de compartilhar conhecimento e colocá-lo em prática”, disse a ex-aluna.
  • Filosofia Medieval foi o mote do I Colóquio Fluminense sobre o tema, realizado nesta quarta-feira (29.05) pela UCP, por meio do Centro de Teologia e Humanidades da Universidade. O evento, que pretende ser uma atividade do calendário acadêmico, aconteceu durante todo o dia no Salão Nobre do Campus Dom Veloso.

    O Colóquio tem como objetivo promover o diálogo e a parceria entre docentes, alunos, instituições e centros de pesquisa de excelência na Região Fluminense do Rio de Janeiro e apresentar os estudos, discussões e resultados de trabalhos de pesquisas sobre a Filosofia Medieval e suas repercussões em problemas filosóficos de períodos posteriores.

    “Nossa esperança é que se torne um evento regular com a presença de pesquisadores dedicados à filosofia medieval. Os filósofos medievais são uma fonte cultural importantíssima. Dentre os pontos, destacaria um que hoje se faz cada vez mais necessário: seus principais expoentes foram leitores e intérpretes dos filósofos gregos e helênicos num contexto de intenso diálogo entre judeus, muçulmanos e cristãos, nos quais as semelhanças e diferenças coexistem na busca de soluções filosóficas ricas e originais para a época”, comenta o Prof. Dr. Sergio Salles que organizou o evento em parceria com o Prof. Me. Jeferson Valadares, da UFRJ.


  • A UCP recebeu na última sexta-feira (24.05) o ex-aluno e hoje Me. em Arquitetura pela Universidade do Porto, em Portugal, Alexandre Landeiro de Loureiro para a palestra A rua com lugar na cidade. O encontro lotou o Auditório I do Campus Dom Cintra de estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo e profissionais da área que ouviram atentos à aula do docente.

    O objetivo do encontro foi apresentar aos participantes teorias que direcionam o pensamento na criação de lugares urbanos, que despertem afetividade e sensações nos usuários, como também práticas, em forma de estudos de casos, em que o espaço urbano é usado de uma maneira mais humana e onde as diversas sensações são percebidas.

    Ex-aluno da UCP e hoje professor da Universidade do Porto ministra palestra

    “Tratei de um tema que é a mobilidade urbana e o ambiente construído. E quis trazer para nós, como arquitetos e urbanistas, o como podemos influenciar nesse ambiente construído. Mesmo na pequena escala, mesmo num edifício só e também na escala da cidade. Aí tentei trazer um pouco da ideia de que como a partir de uma arquitetura voltada para a cidade a gente pode incentivar novas conexões sociais, maior senso de pertencimento da população e trazer mais bem-estar e segurança para os grupos mais vulneráveis, principalmente, como crianças e idosos. Como a percepção do espaço influencia na forma como a gente escolhe se deslocar”, explica Alexandre.

    O docente retorna à Instituição, onde passou um longo período, agora a frente da sala de aula para trocar suas experiências com os estudantes.   

    “Sempre fui muito bem recebido aqui. Fiz quase o curso de Engenharia Civil inteiro e mudei para Arquitetura quando abriu o curso. Tive no início do Diretório Acadêmico de Arquitetura e sempre tive muito gosto de trazer conhecimento e participação. Acho que este tema que eu trago é muito isso. Acho que estamos de igual para igual em muitas coisas, alguns pontos mais fracos aqui e outros mais fortes lá, mas o inverso também é verdade. Um completa o outro e isso foi muito importante para a minha formação”, ponta Alexandre.

  • A figura do gênio, exemplificado por grandes nomes da música, foi o tema central do encontro promovido na última sexta-feira (17.05) na Escola de Música UCP. A palestra O conflito do gênio: Liszt, Chopin e a afirmação do piano como instrumento solo no romantismo francês, ministrada pelo Prof. Leandro Ricon, atraiu estudantes dos cursos de Música, História, Letras e também público de fora interessado no tema.

    “A importância central nesse encontro de hoje reside em analisar como surge a figura do intelectual como um gênio, como um virtuoso. A figura do virtuoso não existia no século XVIII. No século XIX ela começa a existir. O que é esse virtuoso? É um indivíduo com uma exímia interpretação, uma técnica praticamente perfeita. Isso é a marca da genialidade. Assim começa o conceito de fama”, explica Ricon.

    A ideia da palestra era inserir os alunos nas discussões acerca da individualização do pianista romântico e discutir, também, os caminhos da música romântica durante o século XIX bem como suas apropriações posteriores.

    “Estamos falando de pessoas. Esse tema, em última instância, é voltado para qualquer pessoa que se interesse pela humanidade. Esse tema tem uma coisa que é interessante que é a gente começar a entender como as pessoas pensam. Para os alunos de música, e interessados em música, o mais interessante deste tema é entender como a técnica, o estudo exaustivo de determinado instrumento gera especificamente uma interpretação perfeita. Aquilo que gera uma possibilidade do indivíduo ser reconhecido como gênio. O artista surge assim”, observa.

  • Estima-se que no Brasil 23 milhões de pessoas apresentem algum transtorno mental, sendo que pelo menos 5 milhões dessas pessoas sofrem com transtornos mentais graves e persistentes. Os números refletem um desafio na saúde mental do país, que ganhou um aliado com a implantação dos Centros de Atenção Psicossocial. O assunto foi tema da palestra A proposta dos CAPS: uma grande virada na reforma psiquiátrica, que aconteceu na última sexta-feira (17.05), no Salão Nobre do Campus Dom veloso da UCP. O evento faz parte da I Semana da Luta Antimanicomial da UCP.

    “A palestra apresenta os CAPS como políticas públicas voltadas ao atendimento da população como alternativa aos manicômios. Abrimos espaço para o debate a respeito da importância e os desafios dos CAPS nesse processo de socialização dos doentes mentais graves”, comenta a coordenadora do curso de Psicologia da UCP, Rosilene Ribeiro.

    CAPS é tema de palestra na UCP

    O encontro desta sexta encerrou uma série de atividades promovida internamente para os alunos do curso de Psicologia da Universidade durante toda a semana. O evento foi organizado pelo Dia Nacional da Luta Antimanicomial, comemorado no dia 18 de maio.

    “A data marca a luta por uma sociedade sem manicômios, na busca por um atendimento humanizado que se preocupe com o bem-estar e a reinserção de pessoas com transtornos mentais. Assim nasceram os CAPS, dispositivos antimanicomiais que se transformaram em referência na saúde mental. Os espaços contam com equipes multidisciplinares compostas por médicos, assistentes sociais, psicólogos, psiquiatras, entre outros especialistas. O tratamento pode ser feito de forma individualizada ou coletiva, através de oficinas e grupos terapêuticos”, explica a professora do curso de Psicologia e uma das organizadoras do evento, Joseane Garcia.

    A palestra foi ministrada pela psicóloga e psicanalista, Ana Cristina Figueiredo, que é Doutora em Saúde Coletiva e coordenadora do Programa de Mestrado Profissional em Atenção Psicossocial do IPUB/UFRJ. Ela abordará a história dos CAPS e sua importância diante das mudanças na política de saúde mental do atual governo.

    “A história da Reforma Psiquiátrica Brasileira, movimento que congrega trabalhadores, gestores e usuários dos serviços de saúde mental no Brasil, tem como finalidade superar a ideia de que a internação fechada é a forma principal de tratamento”, resume Joseane.

  • Mesas-redondas, diversas oficinas e apresentação de trabalhos debateram, nesta quarta-feira (15.05), as políticas públicas e seu papel na sociedade em diversas áreas durante a II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação, realizada pela UCP. O evento aconteceu durante todo o dia no Campus Dom Veloso com a ideia de propor uma flexão sobre a temática da Campanha da Fraternidade - Políticas Públicas - numa perspectiva multidisciplinar.

    UCP realizada II Jornada da Fraternidade

    “Esse ano unimos a campanha da fraternidade com o documento da Congregação para Educação Católica, intitulado Educar ao Humanismo Solidário, que a igreja apresenta ali exatamente um conceito de educação católica para os nossos dias. Por isso, o tema de hoje, como um programa institucional que passa a ser anual, é juntando a fraternidade e redes de cooperação”, comentou o reitor da Universidade, padre Pedro Paulo de Carvalho Rosa durante a abertura e o encerramento do evento, que aconteceram no Salão Nobre.

    Na parte da manhã, o público participou da mesa-redonda sobre Políticas Públicas na Saúde e Identidade Racial; o tema da noite abordou as Políticas Públicas no âmbito penal, sobre drogas e educação. Durante a parte da tarde foram promovidas oficinas sobre as políticas públicas voltadas para o idoso; para as mulheres; inclusão; saúde da família e leitura.

    “Todos os anos a campanha da fraternidade trabalha um determinado problema social na busca de apresentar possíveis soluções. Em um primeiro momento através daquele método que a própria CNBB usa há décadas que é: ver, julgar e agir. E nós nos inspiramos nesse tema sugerido pela campanha, trabalhando, por meio dos nossos programas de pós-graduação mais ligados ao tema, para organizar esse evento de hoje, refletir e debater como podemos contribuir”, disse o reitor.

    Assista à abertura da II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação: Políticas Públicas

    Confira o encerramento da II Jornada da Fraternidade em Redes de Cooperação: Políticas Públicas

  • O debate foi o mote da XII Semana Acadêmica do CCSA, que terminou na sexta-feira (10.05), promovendo mais de 20 atividades entre palestras, mesa-redonda, oficinas, encontro acadêmico, simulado, seminários e cine-debates com diversos convidados externos e internos. A programação aberta ao público teve início na segunda-feira (06.05) com a palestra de Fábio Giambiagi sobre a Reforma da Previdência e encerrou na sexta com Ana Clara Gonçalves Bittencourt falando sobre Felicidade na Contemporaneidade.

    “Foi um sucesso! Uma semana de eventos preparados com muita dedicação para os nossos alunos e a comunidade em geral. Organizamos a palestra de abertura com um dos mais importantes economistas em Finanças Públicas do Brasil que lotou o Salão Nobre. Em sequência trouxemos o Dr. Carlos Guanziroli, que é um dos economistas mais notáveis na área de Desenvolvimento Econômico e Agrário do país e consultor da FAO (ONU). Ambas palestras abordaram temas atuais, e, cativaram nossos alunos para o debate saudável e fundamental para o desenvolvimento socioeconômico da nação”, comenta a diretora do CCSA e coordenadora do curso de Ciências Econômicas, Vanessa Santos.

    Na programação teve oficina sobre roteiro, foto e animação; mesa-redonda sobre casos de gestão baseado na série da Netflix, Mary Portas; palestra Publicitário Raiz: Fatos e Fakes de uma carreira real; a segunda edição da Simulação das Nações Unidas promovida pelo curso de Relações Internacionais; entre outras atividades que foram aprovadas pelos alunos.

    “Eu me diverti muito. Eu não tinha me inscrito para a oficina de Stop Motion, mas acabou que cheguei na UCP e fui ver o que tinha de legal e fui para o Estúdio de Fotografia torcendo para ter vaga. Foi muito divertido, desde a parte da criação de roteiro até às ideias mais bobas que conseguiram ficar legais no vídeo final. A montagem como a gente queria o cenário, e todo o momento de ter que mover os bonecos e saber exatamente qual foi a última posição que ele parou para que ficasse tudo certinho. Com certeza nas próximas Semanas Acadêmicas se tiver essa oficina irei indicar para as pessoas fazerem”, disse a estudante Giovanna Ramos.

    Sobre a Semana do CCSA, Vanessa destaca a programação que promoveu a interdisciplinaridade do centro, o que possibilitou o intercâmbio de alunos e professores entre as atividades.

    “Para encerrar a Semana Acadêmica tivemos a palestra motivacional que lotou o nosso auditório, trazendo para a reflexão do público um tema importante para o desenvolvimento das potencialidades humanas. A semana foi muito profícua para todos e, pretendemos cada vez mais, favorecer a propagação do conhecimento e o espaço para o debate”, frisa Vanessa.

    Reforma da Previdência é tema da abertura da XII Semana Acadêmica do CCSA

  • Os alunos e voluntários que atuam no Núcleo de Atendimento ao Idoso da UCP participaram, nesta sexta-feira (26.04), da oficina Habilidades Sociais nas Relações Interpessoais no Atendimento Ao Idoso. O encontro foi ministrado pela Profª Draª Diana Ramos de Oliveira, do mestrado em Psicologia da UCP.

    A proposta do encontro teve o intuito de mostrar aos alunos e voluntários algumas habilidades sociais importantes que possam auxiliar nas relações com o público idoso, como por exemplo, as habilidades de Direitos e Cidadania, Habilidades Empáticas e de Comunicação.

  • Um dos assuntos mais em pauta nos últimos meses, que afeta todo cidadão brasileiro, a Reforma da Previdência abriu os debates da XII Semana Acadêmica do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da UCP, nesta segunda-feira (06.05). A palestra com um dos maiores especialistas brasileiros nas áreas de finanças públicas e previdência social, Fábio Giambiagi, lotou o Salão Nobre do Campus Dom Veloso. No evento, ele falou sobre a importância das mudanças nas regras previdenciárias para a economia do Brasil.

    “É importante o debate, pois o que a gente tem visto no país é a presença de opiniões polarizadas em que a partir de opiniões pré-concebidas há pouco espaço para o consenso. O importante nesses espaços mais acadêmicos, onde o saber e o diálogo precisam ser cultuados, é justamente a possibilidade de ser feita uma interpretação. Ouvir opiniões diferentes, perguntas diferenciadas de tal forma que depois o público possa de posse dessas diversas opiniões chegar a sua própria opinião”, comenta Fábio, que ao final da palestra respondeu a diversas perguntas e dúvidas do público.

    Uma programação repleta de atividades gratuitas e abertas ao público será oferecida até sexta-feira (10.05) durante a XII Semana Acadêmica do CCSA. São palestras, oficinas, mesas-redondas e seminário, abordando diversas temáticas em diferentes áreas. Na sexta, a palestra Felicidade na Contemporaneidade, marcada para 19h no auditório, encerra a programação. 

  • Conferências, aula aberta, minicursos e uma mesa-redonda discutiram, sobre diversos aspectos, o humanismo de Jacques Maritain durante a Semana Acadêmica 2019 do Centro de Teologia e Humanidades da UCP, encerrada no sábado (04.05) com o Seminário dos Egressos. A programação, aberta ao público, teve início na última segunda-feira (29.04) e promoveu diversas atividades realizadas no Campus Dom Veloso e também na Faculdade de São Bento e Centro Dom Vital, ambos no Rio de Janeiro, parceiros na organização do evento nomeado Colóquio Internacional sobre o Humanismo de Jacques Maritain.

    “A Semana de fato foi muito rica pela ideia fundamentalmente de fazer em três lugares, com a participação de professores de distintos lugares, mas também essa riqueza de conhecer estruturas diferentes de ensino na área da Filosofia, das Letras e História. Esse é o primeiro aspecto. Por outro lado, a experiência de internacionalizar a UCP, trazendo professores do exterior – trouxemos franceses e um romeno. Isso creio que enriquece também a perspectiva dos alunos. Uma tomada de consciência do alto nível de reflexão da UCP na área de Humanidades. E o terceiro aspecto é que agora formamos um núcleo de amizade com esses estrangeiros, que estão dispostos a fazer outros eventos em parceria”, comenta o vice-diretor do CTH, Prof. Dr. Carlos Frederico Calvet.  

    Semana Acadêmica do CTH é encerrada

    A Semana do CTH – Colóquio Internacional sobre o Humanismo de Jacques Maritain trouxe para a UCP nomes importantes que se debruçam sobre o pensamento do filósofo católico, como a Profª. Draª. Claire Bressolette e o Prof. Dr. Alin Tat. A programação também contou com apresentação musical com o Coral e com o Conjunto de Câmara da UCP, apresentação de trabalhos na área de Humanidades e dos Seminários dos Egressos da graduação e também de mestrandos e doutorandos.  

    “O balanço que fazemos da Semana Acadêmica foi bem positivo. Tivemos 49 apresentações de trabalhos, uma coisa muito rara. Foram apresentações maravilhosas. A palestra de abertura com o Prof. Edgard foi muito boa. Tivemos uma aula aberta com o Prof. Dr. Rafael Bastos que teve uma participação muito bacana. Para os alunos também foi uma experiência nova e interessante participar dos minicursos que tiveram tradução simultânea. Foi algo bem interessante e bom também para o amadurecimento”, observa o diretor do CTH, Prof. Leandro Rodrigues.


  • O Humanismo de Jacques Maritain vai permear os debates e encontros na Semana Acadêmica do Centro de Teologia e Humanidades (CTH) 2019 da UCP, aberta nesta segunda-feira (29.04). Realizado até 4 de maio, o evento – Colóquio Internacional sobre o Humanismo de Jacques Maritain - é fruto da parceria entre a Universidade, Faculdade de São Bento e Centro Dom Vital. A abertura desta segunda, que aconteceu no Salão Nobre do Campus Dom Veloso, teve a conferência A Filosofia da História de Jacques Maritain: Ser, Tempo e Moral com o Prof. Dr. Edgard Leite Ferreira Neto.

    “Esse pensamento sofreu um certo hiato, um certo obscurecimento, pelo menos no Brasil, nas últimas décadas. Mas isso não significa que o seu pensamento não continue a ser de extrema importância e relevância para a atualidade e por isso esse evento é de grande importância”, observa o Prof. Dr. Edgard Leite Ferreira Neto ao abrir sua fala na conferência.

    UCP abre a Semana do CTH 2019

    A Semana do CTH – Colóquio Internacional sobre o Humanismo de Jacques Maritain tem programação em Petrópolis, na UCP, e também no Rio, na Faculdade de São Bento e Centro Dom Vital com atividades simultâneas. O objetivo é difundir o pensamento do filósofo católico Jacques Maritain.

    O diretor do CTH, Prof. Leandro Rodrigues, destaca a ligação do tema com a missão da Universidade.

    “Jacques Maritain trabalha a questão do humanismo, da humanidade voltada para a questão religiosa, que é a nossa missão. Falar deste tema é importante, principalmente, essa reflexão sobre a questão do que é o nosso Centro como essência, que é o Centro de Teologia e Humanidades. E a reflexão sobre o ser humano como centro do presente de Deus”, comenta o Prof. Leandro Rodrigues.

  • O Brasil tem o maior índice da América Latina e o quinto maior do mundo de pessoas com depressão: 5,8% da população. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS) que ainda revela que, no mundo, o transtorno atinge mais de 300 milhões de pessoas. A questão ainda é um desafio para os profissionais, que agora podem contar com o auxílio de programas online que ajudam a lidar com os sintomas da doença. Uma novidade no Brasil, o programa alemão Deprexis é objeto de estudo de um projeto de pesquisa da Universidade Católica de Petrópolis (UCP). O grupo busca voluntários em todo o Brasil para utilizar gratuitamente o programa.

    A ideia do projeto de pesquisa, chamado de Fica Bem, é avaliar a eficácia do programa por aqui. O programa, que já foi autorizado pela Anvisa para ser distribuído no país, foi recomendado pelo Instituto Nacional para a Saúde e o Cuidado de Excelência, órgão ligado ao Ministério da Saúde britânico. Ele atua como ferramenta complementar no tratamento de depressão, com base em um estudo feito com mais de mil adultos na Suíça e na Alemanha. O estudo relaciona o uso do programa, combinado ao uso de terapia, com uma maior redução dos sintomas depressivos do que a terapia presencial sozinha.

    “Por meio do projeto, a equipe pretende investigar mais sobre a depressão em intervenções psicoterápicas online, um campo pouco estudado no Brasil no momento. Desta maneira, podemos ajudar voluntários que sofrem de sintomas depressivos e contribuir com a área de pesquisa do país”, comenta o professor da UCP, Rodrigo da Cunha Teixeira Lopes, responsável pelo projeto que está sendo desenvolvido por meio do Programa de Mestrado em Psicologia da Universidade e também do curso de graduação em Psicologia da UCP.

    Projeto de pesquisa da UCP estuda programa para melhora de sintomas da depressão

    Rodrigo destaca a importância de estudar alternativas como essa, na busca de ações efetivas e práticas, no tratamento do transtorno.

    “Vale lembrar que este programa não substitui a necessidade e ajuda de profissionais. Na verdade, o que estamos estudando é como ele pode contribuir positivamente, auxiliando e agregando ao tratamento realizado presencialmente com um profissional. Hoje, queremos a contribuição de voluntários que poderão acessar o programa gratuitamente e colaborar com essa pesquisa, que pode beneficiar em muito o tratamento para o transtorno depressivo, um grande mal que atinge pessoas de todas as idades, podendo levar a situações mais graves, como o suicídio”, observa o pesquisador.

    Dados da OMS mostram um crescimento de 18% de casos de depressão em dez anos, o que, segundo previsão, será a doença mais incapacitante do planeta até 2020. Estima-se que metade das pessoas que tentam suicídio estejam deprimidas e que 15% das pessoas sofrendo de depressão cometerão suicídio.

    Projeto de pesquisa da UCP estuda programa para melhora de sintomas depressivos

    “Existem diversos tratamentos psicológicos para os transtornos depressivos, mas são geralmente caros e inacessíveis para muitas pessoas que necessitam deles. Tratamentos auto administrados, baseados na internet, com contato mínimo com o terapeuta, demonstraram ser efetivos na redução de sintomas depressivos em algumas partes do mundo, especialmente em países com alta taxa de alfabetização e facilidade de acesso à internet. Até onde sabemos, nenhum estudo ainda foi feito utilizando essa abordagem de tratamento em países com baixos índices de alfabetização e menor acesso à internet”, explica Rodrigo.

    Os interessados em participar do projeto Fica Bem devem entrar em contato com a equipe pelo site www.sites.google.com/view/ficabem; nas redes sociais pelo Facebook (www.facebook.com/p.ficabem/) e Instagram (@p.ficabem; e também pelo e-mail: p.ficabem@gmail.com.
  • Os estudantes da UCP, dos dois campi da Universidade – Dom Veloso e Dom Cintra –, tiveram a oportunidade de assistir a palestras na última semana sobre as transformações do mercado de trabalho e a necessidade de atualização para acompanhar essas mudanças. Os encontros contaram com a participação de Jeizon Ramos, que é administrador e consultor de tecnologias SAP.

    “O foco principal das palestras, de maneira geral, é identificar na verdade que nenhuma profissão deixará de existir. A ideia não é essa. Todas as graduações estão passando por processos de modernização”, comenta Jeizon, que falou sobre Inteligência Artificial, Indústria 4.0 -  4ª Revolução Industrial, Internet das Coisas, BigData, Carreiras e oportunidades.

    A intenção dos eventos, segundo o diretor do Centro de Engenharias e Computação da UCP, Fábio Licht, é fazer com que os alunos vejam o mercado de trabalho e as mudanças que estão acontecendo.

    “A ideia das palestras é abrir a mente, pois muitas pessoas estão ficando apavoradas com a ideia de que vão perder o emprego. Na verdade, muita gente vai perder a atividade que exerce. Algumas das atividades vão sendo encerradas, porque não vai ter mais demanda para aquele tipo de trabalho. Mas em compensação vão surgindo outras demandas dentro das áreas. Não é que o profissional vai ficar desempregado. Ele vai precisar se atualizar, entender e aprender coisas novas em cima do mercado que ele conhece. E ali novas áreas e novos cargos vão surgir”, explica Licht.

  • Sete graduados em Relações Internacionais na UCP hoje levam o nome da Universidade para renomadas instituições de Ensino Superior após serem aprovados em seus programas de Mestrado com destaque. A notícia é recebida com orgulho pela Instituição, que confirma seu ensino de excelência na conquista de seus formandos. 

    “Nossa Universidade é a maior da Região Serrana e uma das mais importantes instituições de ensino do interior do Estado, de modo que aumentar o contato com instituições da capital e da grande metrópole é de fundamental importância. Ter alunos da UCP em lugares tão renomados possibilita que nossa Universidade não apenas se torne mais conhecida nos grandes centros, mas também permite maior intercâmbio e troca de experiências com essas instituições”, destaca a coordenadora do curso de RI, Luiza Bizzo. 

    Para ela, ter egressos da UCP aprovados nos programas de pós-graduação stricto e lato sensu de outras instituições agrega ainda mais valor ao curso e ao trabalho desenvolvido na Universidade.

    “Em primeiro lugar a certeza da qualidade do nosso ensino. A UCP com seu excelente corpo docente, grupos de pesquisa e estrutura possibilitam aos alunos o ingresso onde eles desejarem. Além disso, já tivemos palestrantes, cursos, seminários oferecidos aos nossos alunos graduandos, devido à boa reputação da UCP que nossos egressos levam para essas instituições”, frisa Luiza.

    É o que destacam os alunos que passaram com destaque nos mestrados. Formado no final do ano passado, o egresso Gustavo Santana foi aprovado em 1º lugar no Mestrado em Relações Internacionais da UERJ.

    “A UCP e todo o seu corpo docente tiveram um enorme impacto na minha vida acadêmica, não só durante as aulas da graduação, mas também por meio de sua estrutura, de seus cursos de extensão e por incentivar a iniciação científica de seus alunos. Incluindo a mim, que fui introduzido à pesquisa científica ainda durante a graduação, ao ser aceito no grupo de pesquisa em Relações Internacionais da Universidade atuando na linha de pesquisa de Segurança Internacional”, lembra Gustavo, que agradece o empenho dedicado pelos professores.

    UCP tem 7 graduados aprovados em mestrados de renomadas instituições

    “Todos os professores do curso demonstram sempre interesse em auxiliar os alunos, mesmo fora do horário de aula, e este auxílio foi fundamental para a minha aprovação em primeiro lugar no processo seletivo para o mestrado em Relações Internacionais na UERJ, onde agora em 2019 dou início a mais um passo na caminhada acadêmica iniciada na UCP. A Universidade que me acolheu e me deu todo o suporte para isso. Orgulho de quem faz!”, disse.

    O mesmo disse Matheus Marreiro, formado no segundo semestre de 2017. Ele foi aprovado em   na pós-graduação lato sensu da Escola Superior de Guerra em 2018 e neste ano em 2° lugar no processo seletivo no Mestrado Acadêmico em Segurança Internacional na mesma instituição.

    “Durante o período da minha graduação pude verificar o grande investimento universitário em Pesquisa e Extensão. Foi através dessas oportunidades ofertadas que comecei a participar do Grupo de Pesquisa em Relações Internacionais, recebendo bolsa de iniciação científica da Fundação Dom Cintra para atuar na linha de pesquisa de Política Externa Brasileira Contemporânea, sob orientação do professor Tiago Sales. Em seguida, migrei para a linha de Segurança Internacional com a professora Luiza Bizzo. O resultado desse esforço conjunto foram as minhas aprovações”.

    UCP tem 7 graduados aprovados em mestrados de renomadas instituições

    Confira o depoimento de outros graduados aprovados

    Lucas Poyares é graduado no segundo semestre de 2018 e ingressou neste semestre no Mestrado Acadêmico na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME).

    “A UCP faz parte desta conquista! Na UCP fui apresentado ao programa de pós-graduação da ECEME, além de poder contar com o conhecimento adquirido nos 4 anos de graduação na universidade para me preparar para o processo seletivo do mestrado. Na UCP também pude dar, já na minha monografia, o primeiro passo para a pesquisa que faço hoje no mestrado, levando comigo, até hoje, conhecimentos adquiridos na faculdade”.

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    Graduada no segundo semestre de 2017, Hellora Raibolt também foi aprovada no ano passado no Mestrado Acadêmico na ECEMEe Pesquisadora do Pro-Defesa.

    “A UCP, além de ter me preparado para conseguir aprovação no processo seletivo com o conhecimento que adquiri durante o curso, também foi responsável por me levar a conhecer o Programa, pois minha orientadora, Luiza Bizzo, foi quem me apresentou o programa e o processo seletivo. Além disso, foi usando o próprio conhecimento adquirido na elaboração da minha monografia que fui capaz de elaborar um projeto para tentar a vaga no mestrado. Hoje, além de mestranda, sou pesquisadora do Pro-Defesa, no projeto que tem como tema: Modelagem e Aprimoramento da Cooperação Interagências em Benefício da Segurança Integrada”.

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    Ana Carolina Lahr é concluinte no segundo semestre do ano passado e ingressou neste semestre no Mestrado Profissional em Estudos Marítimos pela Escola de Guerra Naval.

    “O contato com temas de meu interesse intensificado em grande medida por estudos na UCP, além da ideia fomentada por minha orientadora Luiza Bizzo da consecução de um mestrado na minha área de estudos, contribuiu para minha aprovação no curso de mestrado profissional em Estudos Marítimos da Escola de Guerra Naval. Hoje, pelo PPGEM, estudo as questões securitárias no Golfo da Guiné e seus reflexos para os interesses estratégicos brasileiro no Atlântico Sul”.

    UCP tem 7 graduados aprovados em mestrados de renomadas instituições

    Aniele Farroco é graduada no segundo semestre de 2017 e mestranda ECEME no primeiro semestre do ano passado.

    “O conhecimento adquirido durante a graduação de Relações Internacionais na UCP permitiu que eu passasse no processo seletivo do Mestrado. Todo o conhecimento adquirido na graduação permitiu que eu representasse o Exército Brasileiro em um curso na National Defense University em Washington D.C. em que debatia os problemas de segurança e defesa dos países da América Latina. Atualmente, além de mestranda, sou pesquisadora em Segurança Pública no Observatório da Praia Vermelha e bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) de dedicação exclusiva ao Programa de Pós-Graduação da ECEME na linha de pesquisa de Estudos da Guerra e da Paz”.

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    Formanda em 2016, Mariana Carluccio é mestranda pela ECEME em 2018.

    “O campo das RIs sempre me chamou a atenção, desde a adolescência, e por abranger uma vasta área de atuação, o ano de 2017 foi essencial para descobrir a área que eu gostaria de atuar. Desta forma, em 2018 ingressei no mestrado acadêmico em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado-maior do Exército (ECEME). Durante este percurso, a UCP foi essencial para moldar todo o conhecimento necessário para a aprovação no mestrado, assim como também despertou em mim, por meio do meu trabalho de conclusão de curso, o desejo de pesquisar com mais afinco as operações de paz nas quais o Brasil teve uma atuação mais relevante. Hoje, meu projeto de pesquisa tem como tema: A atuação de mulheres peacekeepers nas operações de paz da ONU: um olhar feminista sobre a Minustah. Por esses e outros motivos sou muito grata a UCP e ao seu corpo docente por me prepararem para todos os caminhos que vieram e hão de vir”.

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