Alunas de Direito da UCP participam de competição de desenvolvimento de habilidades em negociação
NOTÍCIAS UCP Alunas de Direito da UCP participam de competição de desenvolvimento de habilidades em negociação 30 de março de 2026 A 9ª edição da INC Brasil – Meeting de Negociação contou com uma equipe da UCP na etapa pré-classificatória, que foi on-line entre os dias 21 e 22 de março. As estudantes de Direito Adrianne Queiroz Moreira Porto, Ana Carolina Januário Firmino, Maithê Barros Bretz, Melissa Sixel Guerra e Rafaella Gomes da Silva representaram a Universidade na primeira etapa de uma das competições mais relevantes da área para o desenvolvimento de soluções consensuais de conflitos. Com mais de 20 anos de existência, o evento – que tem sua origem na International Negotiation Competition (INC) – reúne profissionais e equipes de estudantes de Direito de inúmeros países com o objetivo de fomentar a arte da negociação e de desenvolver e aprimorar habilidades por meio de capacitações, práticas de negociação, feedbacks, compartilhamento de aprendizados e networking. A participação das estudantes da UCP contou com o apoio da Subseção da OAB/RJ Petrópolis-São José do Vale do Rio Preto, por intermédio da Comissão de Integridade, Privacidade e Transparência, presidida pelo advogado Geovanni Rizzo Peroni, e do escritório Ayres da Motta Advogados. A experiência oportunizou às alunas da UCP uma vivência além da teoria, proporcionando uma imersão real nos desafios da mesa de negociação. O diretor do Centro de Ciências Jurídicas da UCP, Prof. Dr. Maurício Pires Guedes, reforçou o compromisso da universidade com as competências exigidas pelo mercado jurídico contemporâneo. “O Direito moderno exige profissionais que saibam construir pontes e essa experiência prática consolida a formação técnica e humanística que tanto prezamos na UCP. O evento tem como propósito central o aprendizado prático de ferramentas de negociação, explorando não apenas as técnicas formais, mas também o aspecto humano e relacional. Através de experiências vivenciais, as estudantes puderam exercitar a busca por caminhos colaborativos e efetivos, mesmo em cenários de interesses conflitantes”, destaca Maurício.